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Presidente do Cazaquistão visitará Irã para aproximar dois países

Internacional|Do R7

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Astana, 13 abr (EFE).- O presidente do Cazaquistão, Nursultan Nazarbaev, planeja visitar neste ano o Irã para impulsionar as relações econômicas e comerciais entre os dois países, anunciou nesta segunda-feira o ministro das Relações Exteriores cazaque, Yerlan Idrisov. "Durante a visita ao Cazaquistão do presidente (iraniano) Hassan Rohani foi assinado um roteiro entre os dois países. Hoje falamos sobre a possibilidade de nosso chefe de Estado devolver neste ano a visita ao Irã", disse Idrisov após se reunir em Astana com o chanceler iraniano, Mohamad Javad Zarif. A reunião entre os dois ministros, que ocorre poucos dias após o Irã e as potências do Grupo 5+1 chegarem a um acordo preliminar sobre a política nuclear de Teerã, focou-se sobretudo em assuntos de cooperação econômica e comercial, explicou Idrisov, segundo a agência oficial "Notícias do Cazaquistão". Zarif ressaltou o grande potencial que os dois países asiáticos têm para cooperar em diferentes setores econômicos, como agricultura e exploração de recursos naturais em território cazaque. "Esperamos a visita do presidente Nazarbaev ao Irã. Acreditamos que essa visita contribuirá para aprofundar o desenvolvimento de nossas relações", disse Zarif. O chanceler iraniano afirmou que muitas empresas, tanto cazaques como da Rússia, país que faz parte junto do Cazaquistão da União Econômica Eurasiática, "estão interessadas em ter acesso ao mercado iraniano". O novo mercado estará aberto se o pré-acordo nuclear negociado na Suíça seguir adiante e significar o fim das sanções internacionais contra o regime de Teerã. O acordo nuclear prevê que o programa de enriquecimento de urânio iraniano seja limitado e supervisado por um período de até 25 anos, e estabelece que 95% do urânio já produzido seja diluído ou enviado ao exterior. O tratado estabelece "controles rígidos" das atividades nucleares iranianas por parte da AIEA e prevê o levantamento das sanções nucleares impostas pelos EUA e União Europeia contra o Irã. EFE aep/dk

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