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'Relógio do fim do mundo' está cada vez mais perto da meia-noite

A meia noite é uma alegoria criada por cientistas para representar a ameaça do fim do mundo de forma apocalíptica, como em uma guerra nuclear

Internacional|Beatriz Sanz, do R7, com agências internacionais

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Relógio apresentado marca dois minutos para a meia-noite
Relógio apresentado marca dois minutos para a meia-noite

Logo depois da Segunda Guerra Mundial e das bombas atômicas que os Estados Unidos detonaram sobre o Japão, alguns cientistas se reuniram e criaram o Boletim dos Cientistas Atômicos. Desde então, a entidade rastreia perigos nucleares e tecnológicos que podem acabar com a humanidade.

Para isso, eles criaram o "Relógio do Fim do Mundo", uma alegoria onde a meia-noite representa o fim do mundo em meio a uma catastrófe, em especial uma guerra nuclear.


O relógio chegou a dois minutos para a meia-noite nesta quinta-feira (25). Segundo os cientistas responsáveis, a humanidade está muito perto da destruição global. Em 2017, o relógio estava a dois minutos e meio e em 2016, ainda restavam três minutos. 

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A única vez que o relógio marcou o mesmo “horário” que o anunciado para 2018 foi em 1953, quando os Estados Unidos e a União Soviética, em plena Guerra Fria, realizaram testes com bombas de hidrogênio. Em 1991, o relógio ficou mais distante da meia-noite: 17 minutos.


Um dos motivos que fizeram esse relógio ser adiantado em 2018 é o medo de que haja um conflito nuclear entre a Coreia do Norte e os Estados Unidos. Outra preocupação é o aquecimento global.

Os cientistas responsáveis pelo projeto afirmaram que é necessário o poder público utilizar as evidências para executar políticas de qualidade que possam evitar um tragédia maior.

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