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Revolta nos subúrbios de Estocolmo chega ao sexto dia consecutivo

Distúrbios se estenderam a outras regiões, mas forte presença policial evitou mais transtornos

Internacional|Do R7

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Bombeiros controlam fogo em escola incendiada no subúrbio de Estocolmo. A polícia convocou reforços de todo o país para lidar com os distúrbios que já se estendem pelo sexto dia consecutivo
Bombeiros controlam fogo em escola incendiada no subúrbio de Estocolmo. A polícia convocou reforços de todo o país para lidar com os distúrbios que já se estendem pelo sexto dia consecutivo

Vários veículos foram queimados nesta sexta-feira (24), na sexta noite consecutiva de incidentes nos bairros carentes do subúrbio de Estocolmo, onde a tensão parece ter se reduzido em relação aos dias anteriores.

Um fotógrafo da AFP testemunhou um carro sendo incendiado antes da chegada dos bombeiros, no bairro de Tensta. Veículos também foram queimados em outros três bairros da capital sueca, de acordo com a agência local de notícias TT.


Os incidentes têm acontecido todas as noites há uma semana nos bairros mais pobres da periferia de Estocolmo, onde vivem muitos estrangeiros. Com o reforço policial, a intensidade dos eventos diminuiu.

Na sexta-feira, um porta-voz declarou que a polícia "recebeu reforços de Göteborg e de Malmö", duas das principais cidades suecas. O número de policiais enviados não foi informado.


Na 5ª noite de distúrbios na periferia de Estocolmo, 13 pessoas são detidas

Na cidade de Örebro, 160 km ao oeste de Estocolmo, uma escola e alguns carros foram incendiados na noite de sexta-feira, informou a polícia, acrescentando que a calma teria voltado por volta da meia-noite (19h de Brasília).


Cerca de 200 extremistas de direita pretendiam circular pelos subúrbios, mas a forte presença policial evitou, aparentemente, uma escalada da violência.

O Ministério britânico das Relações Exteriores e a embaixada dos EUA em Estocolmo divulgaram comunicados, alertando seus cidadãos para que evitem determinadas áreas na capital sueca, em função dos conflitos.


Os recentes episódios violentos provocaram um debate no país sobre a integração dos imigrantes, que representam cerca de 15% da população e são o grupo mais atingido pelo desemprego no país.

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