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Sebastian Kurz participará da cúpula da União Europeia

Apesar da ruptura de seu governo na Áustria, chanceler participará da cúpula do Conselho Europeu no dia 28 de maio em Bruxelas

Internacional|EFE

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Premiê austríaco Sebastian Kurz
Premiê austríaco Sebastian Kurz

O chanceler da Áustria, Sebastian Kurz, participará da cúpula do Conselho Europeu de 28 de maio em Bruxelas, dois dias depois das eleições para o Parlamento Europeu, apesar da ruptura da coalizão do seu governo, formada por conservadores e ultranacionalistas.

"Na terça-feira (28) estarei no Conselho Europeu que abordará o futuro da União Europeia (UE)", afirmou Kurz, chefe do democrata-cristão Partido Popular (ÖVP), após lembrar que no próximo domingo os austríacos estão convocados às urnas para as eleições ao Parlamento Europeu.


O chefe do governo austríaco, desde ontem interino, fez esse anúncio depois de se reunir com o presidente do país, o ecologista Alexander van der Bellen, para falar sobre os próximos passos diante da inesperada crise e da antecipação das eleições legislativas.

A crise começou na sexta-feira com a divulgação de um vídeo comprometedor para o vice-chanceler e líder dos ultranacionalistas do Partido da Liberdade da Áustria (FPÖ), Heinz-Christian Strache, que renunciou ontem.


O vídeo, gravado com câmeras escondidas em julho de 2017 em uma casa da ilha de Ibiza, na Espanha, mostra Strache disposto a cometer atos de corrupção e traçando passos concretos para controlar a imprensa nacional.

Kurz ressaltou a importância da citada cúpula europeia porque nela se deverão "estabelecer os fundamentos que decidirão em que direção se desenvolverá a UE e daí quais pessoas assumirão responsabilidades".


"Da mesma forma que o presidente, tentarei fazer consultas com o novo chefe do FPÖ designado e com os líderes dos demais partidos nos próximos dias", acrescentou o chanceler, após assegurar que seu desejo é continuar liderando o governo.

Kurz evitou responder a perguntas dos jornalistas sobre a formação do governo interino que estará no poder até a formação de um novo surgido das urnas.

Vários membros de seu ÖVP, assim como observadores políticos e a imprensa, consideram que o gabinete não pode continuar no poder com os membros que pertencem ao FPÖ. EFE

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