Sobe para 18 o número de mortos por tornados em Oklahoma
Internacional|Do R7
Washington, 3 jun (EFE).- Pelo menos 18 pessoas morreram, entre elas cinco crianças, e outras seis seguem desaparecidas após a passagem de novos tornados que castigaram Oklahoma na sexta-feira passada, informou nesta segunda-feira o Escritório Médico Legista do estado. As autoridades retomaram hoje as operações de busca e resgate das vítimas, incluindo quatro pessoas que buscaram refúgio em esgotos, disse à imprensa o chefe do departamento de bombeiros de Oklahoma City, Keith Bryant. Por sua parte, o consulado da Guatemala em Houston disse que entre os 18 mortos em Oklahoma estão sete guatemaltecos. Entre os mortos de sexta-feira passada também estão três "caçadores de tempestades", que adquiriram fama através de um reality show sobre tornados do canal "Discovery Channel", afirmou o canal "CNN". Tim Samaras, de 55 anos e fundador da empresa Twistex, seu filho, Paul, de 24 anos, e o meteorologista Carl Young, morreram em um dos tornados em Oklahoma. Tim, que também colaborava com a prestigiada revista "National Geographic", era conhecido pelo uso de uma sonda singular para medir a intensidade do tornado do lado de dentro. No sábado passado, as autoridades estenderam as advertências de fortes tempestades e inundações no centro dos Estados Unidos de Indiana a Oklahoma, após a passagem dos novos tornados que também deixaram mais de 70 feridos e extensos danos em toda a região. Menos de duas semanas depois que um tornado de maior magnitude matou 24 pessoas e feriu mais de 100 na cidade de Moore, ao sul de Oklahoma City, o primeiro de uma série de tornados castigou na noite de sexta-feira a área de El Reno, no Condado Canadian. Segundo o Serviço Nacional de Meteorologia, cinco tornados castigaram a área metropolitana de Oklahoma City na sexta-feira passada. Porém, as autoridades assinalaram que em toda a zona central do país foram contabilizados, entre sexta e sábado, pelo menos 17 tornados, deixando sem provisão elétrica pelo menos 210 mil casas e lojas. EFE mp/rsd












