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Televisão argelina mostra primeiras imagens de reféns libertados

Internacional|Do R7

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Argel, 18 jan (EFE).- A televisão estatal argelina mostrou nesta sexta-feira as primeiras imagens de reféns argelinos e estrangeiros libertados pelas forças especiais do Exército de seus sequestradores, que ainda retêm um número indeterminado de pessoas na central de gás de In Amenas, no sudeste da Argélia. A maioria deles - entre os quais apareceram filipinos, britânicos e turcos, assim como outros estrangeiros que não disseram sua nacionalidade - se centraram em descrever o alívio que sentiram após serem resgatados e em elogiar a atuação do Exército. Os reféns apareceram visivelmente cansados, alguns subindo em um ônibus para serem retirados da área. A televisão também mostrou imagens de feridos no hospital de In Amenas, cidade a cerca de 40 quilômetros das instalações da unidade atacada, mas não deu números nem de mortos nem de feridos. EFE Além disso, a TV também divulgou outras imagens do ministro da Energia, Youssef Yusfi, durante uma visita a vários feridos internados em um hospital da capital argelina. As autoridades argelinas anunciaram hoje a libertação de mais da metade dos 132 reféns estrangeiros, assim como a de 573 argelinos, que permaneciam nas mãos de um grupo terrorista que na quarta-feira atacou uma usina de gás situada em uma zona desértica no sudeste do país. Segundo um balanço provisório publicado pela agência estatal, a operação continua para libertar outro grupo de reféns que permanece retido em uma parte das instalações. A fonte também disse que vários trabalhadores estrangeiros se refugiaram em diferentes pontos deste vasto complexo de gás operado pela empresa argelina Sonatrach, pela britânica BP e pela norueguesa Statoil. Neste momento, as autoridades estão tentando negociar com os agressores para conseguir uma "solução pacífica" antes de voltar a intervir, segundo a fonte citada pela agência. O ataque foi reivindicado pelo líder terrorista Mojtar Bel Mojtar, que segundo o ministro do Interior argelino, Dahu Uld Kablia, organizou, lançou e supervisionou o ataque a partir da Líbia, na fronteira com a província de Ilizi. Segundo os terroristas, o ataque foi lançado, em reação à intervenção militar internacional contra os grupos rebeldes que controlam o norte do Mali desde junho. EFE jfu/ma

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