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Contaminações por cerveja podem ter ocorrido há um ano, diz polícia

Chefe da PC afirma que seis casos suspeitos de intoxicação por dietilenoglicol chegaram ao conhecimento dos agentes; mulher ficou internada

Minas Gerais|Luiz Gustavo, da Record TV Minas

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Polícia investiga casos antigos suspeitos
Polícia investiga casos antigos suspeitos

O chefe da Polícia Civil de Minas Gerais, Wagner Pinto, informou que seis casos antigos de suspeita de intoxicação por dietilenoglicol em cervejas da Backer estão sendo investigados. Relatos de casos suspostamente ocorridos no início de 2019 foram repassados à investigação. 

— São pessoas que se internaram com quadro de diagnóstico semelhante [aos 22 casos de suspeitos de intoxicação]. 


Rayane, de 30 anos, um dos casos investigados, diz que levava uma vida normal há um ano e, de uma hora para outra, começou a sentir dores no abdômen, vômito, paralisia facial e dos rins.

Segundo ela, o início dos sintomas aconteceram logo após ter ingerido uma das duas cervejas Belorizontina que ganhou.


— Fui juntando os pontos e comecei a perceber que poderia ter alguma coisa a ver.

Mortes


Nesta segunda-feira (3), outras duas mortes também suspeitas de terem ocorrido pela contaminação das vítimas pela bebida foi confirmada pela polícia: um juiz do TRT (Tribunal Regional do Trabalho), na madrugada de hoje e outro homem, que não teve a identidade informada. 

Em nota, a Backer informou que é a maior interessada em saber o que de fato aconteceu e que está tomando todas as providências para elucidar a questão. Afirmou ainda que jamais deixou de colaborar com as investigações.

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