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Desaparecimento de filha da mulher morta em salão de Sabará (MG) completa um mês

Evelyn Jasmin Machado desapareceu no dia 21 de junho; mais de 30 pessoas já foram ouvidas no inquérito que investiga o caso

Minas Gerais|Arnon Gonçalves*, do R7

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O desaparecimento de uma menina de 8 anos, filha da mulher morta em um salão de beleza em Sabará, na Grande BH, completa um mês nesta sexta-feira (21). Evelyn Jasmin Machado Acacio continua desaparecida.

A garota, que sumiu no dia 21 de junho, é filha de Ketlyn Oliveira, de 29 anos, encontrada morta em um salão de beleza no bairro Nações Unidas. O pai da criança, que já estava preso antes do ocorrido, é suspeito de ser o mandante do crime.


Por meio de nota, a Polícia Civil disse que não tem medido esforços para localizar Evelyn e que a investigação prossegue de forma ininterrupta. Como o inquérito está sob sigilo para resguardar a integridade da criança, outras informações só serão repassadas após a conclusão das apurações.

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O crime


O caso que envolve a morte de duas amigas e o desaparecimento da garota começou no dia 21 de junho, quando Katlyn Lorrayne e a filha foram ao salão de Ana Raquel, no bairro General Carneiro, em Sabará.

Homens armados invadiram o estabelecimento, agrediram as mulheres e as sequestraram junto com a criança. As três foram colocadas à força dentro de um carro. Câmeras de segurança captaram o momento em que Katlyn tentou fugir, pulando do veículo em movimento, mas os criminosos voltaram na contramão, desceram do carro e executaram a vítima. O corpo dela foi encontrado no dia seguinte, caído no asfalto. Já Ana Raquel foi localizada no mesmo veículo em que estavam os autores.


A reportagem teve acesso a informações que dão conta de que o foco principal dos criminosos era Katlyn, a mando do ex-companheiro dela, um traficante que está preso e é pai da criança desaparecida.

Katlyn teria exposto o fim conturbado do relacionamento em redes sociais e ainda acusava o ex-marido de ter tentado tirar a guarda da criança com ameaças. Além disso, a jovem incriminava o ex-marido como mandante da morte do então namorado dela, assassinado em 2022.

De acordo com a Polícia Militar, três meses antes do crime, Katlyn foi espancada por um grupo que seria ligado ao ex-companheiro. Depois disso, ela teria fugido para outra cidade, mas voltou naquele dia e procurou a amiga Ana Raquel para que fizesse um aplique nos cabelos dela. Foi quando homens armados invadiram o salão.

A Polícia Civil já ouviu mais de 30 pessoas no inquérito que investiga o caso. A dona do carro em que estava Katlyn e o irmão da proprietária, que dirigia o veículo, foram ouvidos pela Polícia Civil. Os suspeitos do crime também prestaram esclarecimentos.

*Estagiário sob a supervisão de Pablo Nascimento

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