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Empresário assume ter matado a mulher e escondido o corpo

Suspeito contou que colocou o corpo em um carrinho de supermercado para tirá-lo do prédio onde mora com a família

Minas Gerais|Pablo Nascimento, do R7, com RecordTV Minas

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Suspeito alegou que Marina teria o atacado
Suspeito alegou que Marina teria o atacado

Um empresário de 38 anos, suspeito de matar a mulher, se entregou à polícia na manhã desta quinta-feira (28) e assumiu ter cometido o crime. O assassinato aconteceu no dia 27 de maio, em Juiz de Fora, a 274 quilômetros de Belo Horizonte.

Em depoimento à polícia, o rapaz contou que discutiu com a companheira, a psicóloga Marina Cunha, de 36 anos, durante a noite. Ele disse que foi acordado pela mulher que armada com uma faca e para se defender teria lutado e esganado a vítima.


O homem foi preso no dia sete de junho, assim que o corpo da mulher dele, a psicóloga Marina Cunha, foi identificado no IML (Instituto Médico Legal).

Imagens das câmeras de segurança, que foram divulgadas pela polícia, reforçaram versão. No vídeo, é possível ver ele indo a garagem, andando de um lado para o outro, sem rumo. Em seguida, ele entrou no carro e saiu do prédio.


Momentos depois, ele volta com sacolas de um supermercado 24 e sobe com o carrinho de compras do prédio. O rapaz retorna à garagem com o carrinho ainda cheio. Segundo o empresário, era o corpo de Marina que estava coberto por um edredom e as sacolas de compras. Ele jogou tudo no porta-malas e saiu novamente. Segundo a polícia, o corpo foi jogado em uma área de preservação ecológica e encontrado dez dias depois.

Para justificar o desaparecimento da companheira, o empresário disse à família que Marina estava estranha e teria ido embora, abandonando ele e os filhos. A reportagem não conseguiu contato com a defesa do suspeito.

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