Influenciadores digitais são alvo de operação da PC por manobras perigosas no trânsito em MG
Suspeitos com centenas de milhares de seguidores são investigados por divulgar vídeos de drift e outras infrações em vias públicas
Minas Gerais|Núbia Roberto, da RECORD Minas
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Influenciadores digitais investigados por divulgar manobras perigosas no trânsito são alvo de uma operação da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) realizada na manhã desta terça-feira (23), em Belo Horizonte, Santa Luzia e Nova Lima. A ação é conduzida pelo Departamento Estadual de Investigação de Crimes de Trânsito (Deictran), responsável por apurar ocorrências envolvendo crimes de trânsito na capital mineira.
Ao todo, seis mandados de busca e apreensão são cumpridos. Dois deles foram executados em Belo Horizonte, nos bairros Buritis e Lourdes, três em Santa Luzia, no bairro Duquesa, e um em Nova Lima, na região do Vale do Sereno. O objetivo é recolher materiais e provas que possam reforçar os inquéritos conduzidos pela Polícia Civil.
Segundo as investigações, os alvos utilizavam as redes sociais para publicar vídeos realizando manobras consideradas criminosas no trânsito. Entre as práticas está o chamado “drift”, técnica em que o motorista provoca derrapagens e faz o veículo deslizar lateralmente em curvas, colocando em risco a segurança de motoristas, passageiros e pedestres.
Um dos investigados é um influenciador que possui mais de 800 mil seguidores nas redes sociais. Além das manobras, ele já havia sido investigado anteriormente em outro procedimento relacionado à promoção ilegal de rifas.
De acordo com a Polícia Civil, os suspeitos poderão responder pelo artigo 308 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que prevê punição para quem participa ou promove exibição de manobra perigosa não autorizada em via pública. As investigações seguem em andamento.
Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp


















