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Reforma tributária: Alcolumbre e Maia se reúnem com Guedes

Durante encontro, parlamentares falaram sobre proposta tribuária e gastos públicos. Câmara e Senado criarão comissão mista para tratar sobre o assunto

Política|Do R7*

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Em reunião com Guedes (foto), presidentes acertaram criação de comissão mista
Em reunião com Guedes (foto), presidentes acertaram criação de comissão mista

Os presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre, reuniram-se na manhã desta quinta-feira (17) com o ministro da Economia, Paulo Guedes, para discutir a reforma tributária.

Os parlamentares também falaram sobre a proposta de emenda à Constituição que limita o crescimento de despesas obrigatórias, regulamenta a regra de ouro e institui um plano de revisão de despesas da União.


Leia também: Guedes discute com Congresso agenda pós-reforma da Previdência

Já em tramitação na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) e de Cidadania, a PEC 438/18, do deputado Pedro Paulo (DEM-RJ), cria gatilhos para ajustar as contas públicas, como a redução de salários de servidores e da carga horária de trabalho.


Maia anunciou que o Poder Executivo deve também enviar um texto sobre gastos públicos.

De acordo com o presidente, a Câmara e o Senado vão trabalhar em conjunto, em uma comissão mista, para tratar da reforma tributária.


Outras iniciativas para dar celeridade à administração brasileira poderão ser discutidas por meio de projetos de lei.

Caos tributário

Rodrigo Maia observou que a percepção de falta de acordo dentro do setor produtivo não impede a votação da reforma tributária.


“Precisa de solução para o caos tributário. O acordo que a gente precisa é com a sociedade. O setor produtivo é parte do sistema, mas há uma distorção muito grande em que alguns setores não pagam imposto no Brasil e outros pagam demais.”

O presidente da Câmara vê com normalidade a transferência de carga tributária em um sistema tributário novo e simplificado.

“Todos esses setores foram muito patrióticos na Reforma da Previdência porque não foram atingidos. Não podemos ter um sistema tributário como o sistema previdenciário, que atende a interesses particulares. Quem não paga deve passar a pagar e quem paga muito, de forma equilibrada, vai pagar menos.”

*Com Agência Câmara

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