As IAs e o Oscar 2026: quem se saiu melhor nas previsões?
Entenda como as inteligências artificiais acertaram e erraram nas principais categorias da premiação
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O Oscar 2026 chegou ao fim na noite deste domingo (15) e, se houve uma lição aprendida, é que nem a estatística mais refinada substitui o “fator humano” da Academia.
No dia 22 de janeiro, logo após a divulgação dos indicados, fizemos um experimento aqui no blog para ver como as principais inteligências artificiais do mercado se sairiam prevendo os vencedores. Você pode conferir o post original com as previsões aqui.
Agora que as estatuetas já têm donos, é hora de “conferir o gabarito” e ver quem realmente entende de cinema.
🏆 O placar das IAs: quem acertou mais?
A disputa foi apertada, mas o resultado mostra que o consenso algorítmico é forte nas categorias principais, mas ainda tropeça nas zebras e no momentum da temporada.

📊 Desempenho Final
- Perplexity: 57% de acerto (4 de 7)
- ChatGPT: 57% de acerto (4 de 7)
- Gemini: 43% de acerto (3 de 7)
🧐 Onde os robôs “derraparam”?
Onde houve unanimidade entre as IAs em janeiro, houve acerto na tela ontem. Melhor Filme, Direção e Atriz seguiram o roteiro previsto: Paul Thomas Anderson finalmente levou sua estatueta e Jessie Buckley confirmou o favoritismo absoluto por Hamnet.
Por outro lado, o “caos” que as IAs previram nas categorias de Ator e Coadjuvantes foi ainda maior na vida real:
- A surpresa de Michael B. Jordan: Nenhuma IA previu a vitória de Jordan por Pecadores. Perplexity e ChatGPT apostaram na juventude de Timothée Chalamet, enquanto o Gemini foi no Wagner Moura. A Academia, porém, preferiu premiar a entrega física e emocional de Jordan, que “atropelou” os favoritos.
- O fator Sean Penn: Todas as IAs apostaram no veterano Stellan Skarsgård para Ator Coadjuvante. No entanto, o “efeito avalanche” de Uma Batalha Após a Outra acabou carregando Sean Penn para sua terceira estatueta, provando que, quando um filme domina a noite, ele leva as categorias de atuação por tabela.
- Brasil no quase: O Gemini foi o único a apostar as fichas em O Agente Secreto (Brasil), tanto para Ator, quanto para Filme Internacional. A Noruega levou o prêmio internacional com o melancólico Valor Sentimental.
Conclusão
As IAs são ótimos termômetros para o que é óbvio e consensual, mas ainda não conseguem captar as nuances das campanhas de última hora e os desejos dos votantes da Academia.
O Perplexity e o ChatGPT dividem o troféu de “IAs cinéfilas do ano”, mas com uma margem de acerto que qualquer crítico humano experiente provavelmente bateria.
No fim das contas, a inteligência cotidiana ainda precisa de um pouco de intuição para prever a noite mais imprevisível de Hollywood.














