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América do Sul avança e redesenha o mapa global das frutas tropicais

Fruit Attraction consolida Brasil como hub de negócios no mercado de frutas

Mundo Agro|Fabi GennariniOpens in new window

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Vinícius Cambaúva, sócio da Markestrat Agribusiness durante a Fruit Attraction 2026 Foto cedida: Fruit Attraction 2026

O mercado global de frutas tropicais entra em uma fase de reconfiguração — e a América do Sul desponta como principal beneficiária desse movimento. Projeções apontam que a região deve assumir a liderança nas exportações mundiais até 2034, superando a América Central e do Caribe.

Segundo estimativas da FAO, o mercado global dessas frutas deve avançar de US$ 12,8 bilhões para US$ 15,7 bilhões nos próximos anos. Nesse cenário, a América do Sul apresenta um ritmo de crescimento superior, o que tende a reposicionar a região no topo do comércio internacional.


“Esta projeção da FAO/ONU considera os embarques de abacaxi, abacate, goiaba, mamão e manga”, destacou Vinícius Cambaúva, sócio da Markestrat Agribusiness.

O tema ganhou tração durante a Fruit Attraction São Paulo 2026, que vem se consolidando como uma das mais relevantes plataformas de negócios do setor no hemisfério Sul. Mais do que vitrine, a feira se posiciona como um ambiente estratégico de conexão entre produção, demanda e expansão internacional.


Apesar do avanço, o Brasil ainda convive com um desequilíbrio relevante. Embora seja um dos maiores produtores do mundo, sua presença no mercado externo segue aquém do potencial. O crescimento recente das exportações é consistente, mas ainda insuficiente para transformar volume em protagonismo global.

É nesse contexto que iniciativas como a Fruit Attraction ganham peso estratégico. Ao reunir produtores, exportadores, compradores internacionais e fornecedores em um mesmo ambiente, a feira encurta distâncias comerciais, amplia conexões e reforça o papel do Brasil na agenda global de frutas.


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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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