Fermentação, tecnologia e negócios movimentam setor de panificação
Minas Gerais ocupa a segunda posição nacional do setor e amplia demanda por produtividade, padronização e suporte técnico

O setor de panificação passa por uma transformação silenciosa. O pão continua presente diariamente na mesa do brasileiro, mas o mercado exige cada vez mais eficiência, padronização e qualidade. Em um cenário de custos elevados, desafios operacionais e mudanças nos hábitos de consumo, a tecnologia vem ganhando espaço dentro das padarias.
Minas Gerais ajuda a explicar esse movimento. O estado ocupa atualmente a segunda posição no ranking nacional do setor, com mais de 37 mil empresas ativas, segundo dados do Instituto de Desenvolvimento das Empresas de Alimentação (IDEAL). Somente a região de Belo Horizonte concentra mais de 5,4 mil estabelecimentos.
Esse cenário também impulsiona eventos especializados, como a Panifair 2026, que acontece até amanhã em Belo Horizonte. A expectativa é movimentar aproximadamente R$ 100 milhões em negócios.
Entre os temas em destaque está a fermentação, vista atualmente não apenas como uma etapa do processo produtivo, mas também como uma ferramenta capaz de garantir estabilidade, regularidade e desempenho na produção.
“Participar da Panifair 2026 representa uma oportunidade importante de estreitar o relacionamento com os panificadores da região e apresentar, de forma prática, como nossas soluções podem apoiar a rotina de produção das padarias. Queremos estar cada vez mais próximos desse mercado, compartilhando conhecimento técnico, inovação e tecnologias que contribuam para mais eficiência, regularidade e qualidade nos produtos”, disse André Tesini, diretor Comercial e de Marketing da Lesaffre Brasil.
No fim das contas, o pão segue sendo protagonista. Mas, cada vez mais, tecnologia e eficiência ajudam a definir os ingredientes do futuro dessa cadeia.
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