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Produtor vê Brasil como peça estratégica na nova cafeicultura global

Presidente da illycaffè afirmou que o país deixou de competir apenas em volume e passou a ser referência em qualidade

Mundo Agro|Fabi GennariniOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Brasil é visto como peça central na nova cafeicultura global, segundo Andrea Illy, presidente da illycaffè.
  • A cafeicultura enfrenta desafios climáticos e instabilidade geopolítica, que elevam os preços do café.
  • O país deixou de ser reconhecido apenas pela quantidade e agora se destaca pela qualidade do café.
  • A colaboração entre produtores e agrônomos é fundamental para a sustentabilidade e a rastreabilidade das lavouras.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Deixamos de ser reconhecidos apenas pelo volume de produção e passamos a ganhar protagonismo pela qualidade Magnific/@dragana-gordic

A cafeicultura mundial atravessa um momento de transformação profunda — e, na avaliação do presidente da illycaffè, Andrea Illy, o Brasil ocupa posição central nesse novo cenário.

O executivo destacou que o setor vive hoje uma combinação de desafios climáticos, pressão sobre os custos de produção e instabilidade geopolítica, fatores que elevaram o preço do café a níveis históricos e obrigaram toda a cadeia a se adaptar rapidamente.


“As mudanças climáticas deixaram de ser uma projeção e se tornaram uma realidade concreta”, afirmou Andrea Illy.

Andrea Illy, presidente da illycaffè Foto: Arquivo pessoal

A irregularidade das chuvas, o aumento das temperaturas e a maior incidência de pragas já impactam diretamente a produtividade e a qualidade das lavouras ao redor do mundo. Ainda assim, o executivo avalia que a cafeicultura brasileira vem respondendo de forma consistente, especialmente no avanço de práticas sustentáveis, regenerativas e de maior rastreabilidade.


Deixamos de ser reconhecidos apenas pelo volume de produção e passamos a ganhar protagonismo pela qualidade. “O país acompanhou a evolução da cafeicultura da quantidade à qualidade”, resumiu Andrea.

O trabalho de proximidade desenvolvido pela companhia junto aos produtores, com assistência técnica contínua e acompanhamento das propriedades rurais, também foi destacado como um diferencial.


“Temos um time de agrônomos que visita centenas de fazendas todos os anos, antecipando riscos e fortalecendo ações preventivas”, afirmou.

Sobre o futuro do café, Andrea Illy acredita que ele dependerá cada vez menos de escala e mais da capacidade de produzir com equilíbrio ambiental, inovação e colaboração entre todos os elos da cadeia produtiva.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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