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Quebra de sigilo de Lulinha prova imparcialidade da PF, diz diretor-geral

Andrei Rodrigues rebate críticas sobre o ritmo de investigações sensíveis

Natália Martins|Natália MartinsOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, defendeu a autonomia técnica da instituição e rebateu críticas sobre investigações sensíveis, incluindo a de Lulinha.
  • Rodrigues afirmou que todas as investigações seguem preceitos legais e são conduzidas de forma imparcial e isenta.
  • Ele classificou como "lamentável" e "inverdade" as alegações de que a PF enfrenta escassez de recursos humanos por direcionamento político.
  • Rodrigues garantiu que operações complexas recebem prioridade na gestão da corporação.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Andrei Rodrigues conversou com a imprensa nesta sexta-feira (3) José Cruz/Agência Brasil - 30.09.2025

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, defendeu com vigor nesta sexta-feira (3) a autonomia técnica da instituição e rebateu críticas sobre o ritmo de algumas investigações sensíveis, entre elas a de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula.

Segundo Rodrigues, o tratamento dispensado a todos os casos segue rigorosamente os preceitos legais e a independência das equipes de investigação.


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“O tratamento que se dá a todos os casos é um tratamento legal dentro da autonomia que a equipe da investigação tem, é dentro da responsabilidade funcional e dentro da busca de excelência de provas”, disse Rodrigues.

“Então, tem um grande volume de informações e todos os encaminhamentos seguem no prazo legal, de maneira técnica, imparcial e isenta. Eu acho que isso ninguém duvida. Você fala de uma pessoa que teve os sigilos quebrados, o que corrobora e ratifica o que eu estou dizendo sobre a isenção e imparcialidade da instituição, que não protege e que não persegue ninguém e que vai seguir a investigação até o seu final”, completou.


O diretor-geral também classificou como “lamentável” e uma “inverdade” as sugestões de que a PF estaria sofrendo com escassez de recursos humanos para concluir investigações complexas devido a um suposto direcionamento político relacionado ao processo eleitoral.

Rodrigues assegurou que as operações de maior complexidade recebem prioridade absoluta na gestão da corporação. “É uma inverdade que a Polícia Federal não consegue concluir pela escassez de recursos humanos, com a sugestão de que isso está sendo direcionado e não priorizado pensando em processo eleitoral”, afirmou.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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