Convocação de Michelle por mesárias é alvo de críticas no TSE
Integrantes do Tribunal analisam que partido pode estar questionando integridade de quem atua no processo eleitoral
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O PL Mulher lançou, no começo do mês, a campanha “Operação V2 - Vigiar e Votar” com uma mensagem da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro convocando mulheres para serem mesárias nas eleições.
Para integrantes da cúpula do partido, ouvidos pelo R7 Planalto, a medida é uma forma de garantir participação ativa da população e deixar de lado o discurso contra as urnas. Não significa, contudo, que a sigla deixou de reivindicar voto auditável, mas que o melhor para garantir a integridade do processo é a participação da população em todos os processos.
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A medida, porém, não foi bem avaliada por integrantes do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Para eles, a mensagem subliminar do PL é um questionamento não apenas às urnas, mas também à integridade dos mesários que atuam no processo eleitoral. Entre os ouvidos pela coluna, há quem reforce que o papel de convocar mesários é do TSE e dos TREs (Tribunal Regional Eleitoral) espalhados pelo país.
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