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Convocação de Michelle por mesárias é alvo de críticas no TSE

Integrantes do Tribunal analisam que partido pode estar questionando integridade de quem atua no processo eleitoral

R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O PL Mulher lançou a campanha "Operação V2 - Vigiar e Votar" com Michelle Bolsonaro convocando mulheres para serem mesárias.
  • A campanha visa garantir a participação ativa da população e afastar o discurso contra as urnas.
  • Integrantes do TSE veem a campanha como um questionamento à integridade dos mesários e urnas.
  • O TSE e os TREs são responsáveis pela convocação de mesários, não partidos políticos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Michelle fez inserção que convida as mulheres a serem mesárias nestas eleições Reprodução/Flickr PL Mulher - Arquivo

O PL Mulher lançou, no começo do mês, a campanha “Operação V2 - Vigiar e Votar” com uma mensagem da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro convocando mulheres para serem mesárias nas eleições.

Para integrantes da cúpula do partido, ouvidos pelo R7 Planalto, a medida é uma forma de garantir participação ativa da população e deixar de lado o discurso contra as urnas. Não significa, contudo, que a sigla deixou de reivindicar voto auditável, mas que o melhor para garantir a integridade do processo é a participação da população em todos os processos.


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A medida, porém, não foi bem avaliada por integrantes do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Para eles, a mensagem subliminar do PL é um questionamento não apenas às urnas, mas também à integridade dos mesários que atuam no processo eleitoral. Entre os ouvidos pela coluna, há quem reforce que o papel de convocar mesários é do TSE e dos TREs (Tribunal Regional Eleitoral) espalhados pelo país.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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