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Helicópteros que bateram no Rio não tinham autorização para transporte de táxi-aéreo

Anac lista matrículas de aeronaves como não autorizadas para tipo de transporte de passageiros

R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Dois helicópteros colidiram no ar no Rio de Janeiro, resultando em seis mortes.
  • As aeronaves não tinham autorização da Anac para realizar transporte de táxi-aéreo.
  • A Anac alertou sobre os riscos do táxi-aéreo clandestino e destacou que o transporte ilegal de passageiros é crime.
  • O Cenipa investigará as causas do acidente, com base em informações coletadas no local.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Helicóptero que caiu no Rio não tinha autorização para táxi-aéreo RECORD RJ - 14.06.2026

Os dois helicópteros que colidiram e deixaram seis mortos no Rio de Janeiro neste domingo (14) não possuíam autorização para transporte de táxi-aéreo junto à Anac (Agência Nacional de Aviação).

A informação foi consultada pelo R7 Planalto na plataforma Voe Seguro a partir de matrículas confirmadas pela FAB (Força Aérea Brasileira). Cada uma das duas aeronaves consta com informação de “não autorizada” para o tipo de transporte.


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A plataforma da Anac apresenta, ainda, um alerta de denúncias para táxi-aéreo clandestino, com informação de que voos inseguros apresentam risco de morte. Os detalhes foram consultados pela coluna neste domingo, aos registros PP-MAC e PR-DJJ, horas após o acidente no Rio de Janeiro.

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Por meio de nota enviada ao R7, a Anac lamentou o ocorrido e se solidarizou aos familiares das vítimas. Sem detalhar informações sobre as aeronaves, a agência fez alerta para que passageiros chequem a autorização do tipo de aeronave antes de embarcar.


“A Agência destaca ainda que o transporte ilegal de passageiros é crime e coloca vidas em risco”.

O Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) vai apurar o que motivou o acidente, a partir de informações coletadas por investigadores que foram até o local de queda de uma das aeronaves.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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