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Lula cita comunidade LGBTQIAP+ quatro vezes em plano de governo; Flávio nenhuma

Menção do filho 01 de Jair Bolsonaro é feita apenas sobre mulheres trans não competirem no esporte contra ‘mulheres biológicas’

R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Lula menciona a comunidade LGBTQIAP+ quatro vezes em seu plano de governo.
  • Flávio Bolsonaro não menciona a comunidade LGBTQIAP+ em seu plano, exceto para falar sobre mulheres trans no esporte.
  • Flávio defende que mulheres trans não devem competir contra mulheres biológicas em esportes femininos.
  • Lula propõe combater a discriminação e violência contra LGBTQIAP+ e criar políticas públicas específicas, sem detalhar projetos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Lula cita projetos e desafios do preconceito; Flávio quer endurecer regras no esporte Ricardo Stuckert/Campanha Lula - 16.08.2026; Vittor Sales/Campanha Flávio - 16.08.2026

Candidato à reeleição, o presidente Lula (PT) cita a comunidade LGBTQIAP+ quatro vezes em seu plano de governo, enquanto Flávio Bolsonaro (PL), que também disputa o Palácio do Planalto, não faz nenhuma menção a projetos para essa população. O único momento em que Flávio aborda a questão é ao defender que mulheres trans não disputem competições esportivas femininas.

“O esporte feminino foi criado justamente para dar às mulheres um espaço de competição justo. Vamos protegê-lo. Nos últimos anos, confederações internacionais reviram suas regras ao reconhecer que atletas que não nasceram do sexo feminino mantêm, mesmo após tratamento hormonal, vantagens de envergadura, densidade óssea e musculatura que a mulher não tem como equiparar”, cita Flávio.


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Ele completa: “Permitir essa desigualdade é punir justamente a atleta que treina a vida inteira, abre mão da família e se dedica ao alto rendimento. Vamos assegurar que a categoria feminina, da base ao alto rendimento, seja disputada por atletas do sexo feminino, protegendo a mulher e a lisura da competição de agendas ideológicas”.

Lula, por sua vez, fala em combater a discriminação e a violência contra a comunidade LGBPTQIAP+ e defende a criação de políticas públicas específicas para esse grupo, mas não cita nenhum projeto específico.

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