Para cúpula do PT, comparação entre Lula, Dilma e Eduardo Bolsonaro ‘não vai colar’
Após condenação do ex-deputado federal, aliados bolsonaristas afirmaram que petistas também acionaram entes internacionais
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Após a condenação do ex-deputado Eduardo Bolsonaro pelo crime de coação, sob acusação de ter articulado uma tentativa de intimidação dos Estados Unidos ao Judiciário brasileiro para impedir o julgamento da trama golpista, aliados do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro começaram a comparar a situação com a vivida por Lula e Dilma.
Eles afirmam que os petistas e a esquerda brasileira também acionaram instâncias internacionais: Lula quando foi julgado na Lava Jato, e Dilma no processo de impeachment.
Para a cúpula do PT, no entanto, a comparação não vai colar. “Não há paralelo entre democracia e golpe. Não há equivalência entre a verdade e a mentira. Repare, Jair e Eduardo Bolsonaro foram acusados, tiveram direito a defesa e foram condenados por envolvimento na tentativa de golpe e por se articular com governos estrangeiros para coagir a democracia no Brasil”, disse o secretário de comunicação do partido, Éden Valadares ao R7 Planalto.
Ele acrescentou que ”os acontecimentos são de conhecimento público, as provas são conhecidas por todos”.
“A resposta dos Bolsonaros a mais essa condenação, assim como Flávio mente sobre sua relação com o escândalo do Banco Master, é mais uma mentira. Por isso a gente vai manter minha orientação: a verdade é a maior inimiga da campanha de Flávio. Basta mostrar à sociedade brasileira quem ele é, o que ele esconde, basta lembrar os crimes que sua família está envolvida”, disse.
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