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Para cúpula do PT, comparação entre Lula, Dilma e Eduardo Bolsonaro ‘não vai colar’

Após condenação do ex-deputado federal, aliados bolsonaristas afirmaram que petistas também acionaram entes internacionais

R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Eduardo Bolsonaro foi condenado por coação, acusado de intimidar o Judiciário brasileiro com ajuda dos EUA.
  • Aliados de Bolsonaro comparam a situação de Eduardo com a de Lula e Dilma, que também acionaram instâncias internacionais.
  • O PT rejeita a comparação, afirmando que não há equivalência entre democracia e golpe.
  • O PT destaca que as acusações contra os Bolsonaros são públicas e comprovadas, e critica as mentiras usadas em defesa deles.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Aliados de Eduardo Bolsonaro dizem que movimento feito por ele foi igual ao adotado por Dilma e Lula Reprodução/Eduardo Bolsonaro flickr - arquivo; Roberto Stuckert Filho/PR - arquivo; Ricardo Stuckert / PR - 11.06.2026

Após a condenação do ex-deputado Eduardo Bolsonaro pelo crime de coação, sob acusação de ter articulado uma tentativa de intimidação dos Estados Unidos ao Judiciário brasileiro para impedir o julgamento da trama golpista, aliados do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro começaram a comparar a situação com a vivida por Lula e Dilma.

Eles afirmam que os petistas e a esquerda brasileira também acionaram instâncias internacionais: Lula quando foi julgado na Lava Jato, e Dilma no processo de impeachment.


Para a cúpula do PT, no entanto, a comparação não vai colar. “Não há paralelo entre democracia e golpe. Não há equivalência entre a verdade e a mentira. Repare, Jair e Eduardo Bolsonaro foram acusados, tiveram direito a defesa e foram condenados por envolvimento na tentativa de golpe e por se articular com governos estrangeiros para coagir a democracia no Brasil”, disse o secretário de comunicação do partido, Éden Valadares ao R7 Planalto.

Ele acrescentou que ”os acontecimentos são de conhecimento público, as provas são conhecidas por todos”.


“A resposta dos Bolsonaros a mais essa condenação, assim como Flávio mente sobre sua relação com o escândalo do Banco Master, é mais uma mentira. Por isso a gente vai manter minha orientação: a verdade é a maior inimiga da campanha de Flávio. Basta mostrar à sociedade brasileira quem ele é, o que ele esconde, basta lembrar os crimes que sua família está envolvida”, disse.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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