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PT articula nome para relatoria da PEC 6x1, mas evita anúncio para conter ‘fritura’

Partido vai indicar 12 deputados para comissão especial da redução de jornada; instalação deve ocorrer nesta terça (28)

R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • PT indica relator para a PEC 6x1, mas evita anunciar nome para evitar 'fritura' política.
  • Hugo Motta, presidente da Câmara, busca parlamentar de centro para conduzir a proposta.
  • Deputado Paulo Azi é um dos cotados, já aprovou relatório favorável na CCJ.
  • Expectativa é que a comissão especial, com 12 deputados do PT, inicie os trabalhos hoje.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Uczai evita expor nome preferido do PT para a relatoria do 6x1 Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados - 16.04.2026

O PT tem uma indicação própria para a relatoria da proposta de redução da jornada de trabalho, conhecida como PEC 6x1, mas decidiu não divulgar o nome para evitar uma “fritura” política.

A estratégia foi confirmada pelo líder da legenda na Câmara, Pedro Uczai (SC), ao R7 Planalto.


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Aliados do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), consideram que a condução da proposta deve ficar com um parlamentar de centro, que tenha diálogo com diferentes legendas dentro da Casa e que esteja aberto a ouvir demandas de setores produtivos.

Um dos principais cotados é o deputado Paulo Azi (União-BA), que produziu o relatório aprovado pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) sobre o fim da jornada 6x1, aprovado na semana passada.


Azi é visto como um nome de centro, sem ligações diretas com o governo ou com a oposição, e tem o aval tanto do PT quanto do PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro.

No relatório apresentado à CCJ, ele se posicionou em defesa da redução da jornada e antecipou duas sugestões: que o fim da escala 6x1 ocorra de forma gradual e que as empresas tenham algum tipo de compensação, como a redução de impostos.


A expectativa é que o nome escolhido por Motta seja divulgado nesta terça-feira (28), mesmo dia da instalação da comissão especial. O cronograma apertado se deve à intenção da Câmara de aprovar a PEC elaborada por parlamentares, em vez de avançar com o projeto enviado pelo Planalto.

O texto do governo precisa ir a plenário até 30 de maio, sob pena de trancar a pauta da Casa. Como resposta, o plano de parlamentares é que uma comissão especial, composta por 37 deputados — sendo 12 indicados pelo PT —, elabore uma proposta própria em um prazo mínimo de dez sessões, aprove o texto e o leve ao plenário antes desse prazo.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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