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Zema recebe ultimato do Novo sobre Flávio Bolsonaro

Reunião com correligionários ocorreu nesta terça-feira (26), segundo apuração do R7 Planalto

R7 Planalto|Amanda Almeida, do R7, em Brasília e Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Romeu Zema recebeu um ultimato do partido Novo para mudar sua postura sobre o áudio de Flávio Bolsonaro.
  • Correlegionários do Novo temem que ataques possam prejudicar o desempenho eleitoral do partido.
  • A candidatura de Zema é vista como uma forma de dar visibilidade ao Novo, mas críticas a Flávio Bolsonaro não são bem vistas.
  • Foi deixado claro que, se Zema não mudar sua postura, não terá apoio do partido para concorrer à Presidência.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Zema recebeu ultimato em reunião com membros do partido nesta terça-feira Marcelo Camargo/Agência Brasil - 25.10.2025

O ex-governador Romeu Zema recebeu um ultimato da cúpula do Novo: ou muda de postura sobre o áudio de Flávio Bolsonaro para Daniel Vorcaro ou não será candidato à Presidência da República pelo partido. O pré-candidato se reuniu com parlamentares da legenda e presidentes estaduais nesta terça-feira (26).

Ouviu dos correligionários que os ataques podem prejudicá-los eleitoralmente. “A maior preocupação do Novo hoje é sobreviver. É superar a cláusula de barreira. Essa postura pode atrapalhar o desempenho do partido na disputa por cadeiras na Câmara”, disse uma fonte da legenda.


A pré-candidatura de Zema era vista, até então, menos como uma aposta de vitória para a Presidência da República e mais como uma forma de dar visibilidade para o Novo e ajudar na votação do partido para postos no Congresso. A avaliação é que as críticas dele a Flávio não são bem vistas pelo eleitor do Novo.

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Para correligionários, Zema está mal assessorado. Uma fonte pontua que ele não precisava defender Flávio. Bastava apenas jogar parado: se calar sobre o assunto.


Na reunião, correligionários deixaram claro que, caso ele não mude de postura, não terá a legenda para concorrer. Quem decide sobre candidatura ou não do partido à Presidência, segundo o estatuto, são os parlamentares e presidentes estaduais.

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