MP recomenda a governador de Alagoas e Renan Calheiros que não deem brindes para eleitores
Posicionamento ocorre após Paulo Dantas prometer o sorteio de 50 PIX de R$ 200 no Dia das Mães para participantes de evento em Rio Largo
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O Ministério Público Eleitoral em Alagoas expediu recomendação para o governador de Alagoas, Paulo Dantas, e o senador Renan Calheiros, não distribuírem brindes ou promessas e vantagens a eleitores.
A recomendação também envolve as secretarias estaduais de governo. A medida foi adotada após Dantas sortear de 50 PIX de R$ 200 no Dia das Mães para participantes de uma festa de comemoração no município de Rio Largo.
A decisão pede que eles se “abstenham de distribuir ou prometer brindes, cestas básicas, transferências via PIX ou quaisquer outros bens e vantagens a eleitores, prática que pode configurar abuso de poder político e econômico no contexto eleitoral”.
A recomendação foi assinada pelo procurador regional eleitoral Marcial Duarte Coêlho. No texto, o MP Eleitoral reforça que compete ao Ministério Público prevenir, fiscalizar e combater irregularidades eleitorais, como captação ilícita de votos, uso indevido da máquina pública, abuso de poder político e econômico e propaganda irregular.
O documento também pontua entendimento do Tribunal Superior Eleitoral no sentido de que o abuso de poder econômico pode ocorrer mesmo fora do período eleitoral.
Leia Mais
O que diz o governo de Alagoas?
Questionado sobre o episódio de distribuição de PIX pelo governador no nome dele e de Renan Calheiros, a Secretaria de Comunicação de Dantas disse que “a ação mencionada possui caráter estritamente pessoal e privado, sem qualquer relação com a agenda institucional do Governo de Alagoas”.
“Não houve utilização de recursos públicos, servidores ou qualquer estrutura vinculada ao Tesouro Estadual. O governador Paulo Dantas exerceu um direito individual, utilizando recursos próprios, dentro dos limites estabelecidos pela legislação vigente”, afirma.
A nota acrescenta que “a iniciativa também não teve qualquer vínculo com pedido de voto, atividade eleitoral ou uso da máquina pública”.
Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp














