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TV 3.0: Nova geração da televisão aberta no Brasil será interativa

RECORD NEWS completou 19 anos de existência no domingo (27), como referência no segmento

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A televisão aberta continua sendo a tela principal da maioria dos brasileiros, mesmo em um cenário de explosão de telas e plataformas. E agora o setor se prepara para a maior revolução desde a chegada do sinal digital, a TV 3.0. A nova tecnologia vai unir a programação ao vivo com a internet, trazendo interatividade e qualidade de imagem inéditas.

Neste domingo (27), a RECORD NEWS completou 19 anos de existência. São quase duas décadas de programação gratuita para toda a família brasileira.

“Mesmo nesse cenário que a gente está vivendo hoje, um cenário de alta fragmentação, do crescimento das plataformas digitais, a TV aberta mantém essa posição estrutural aqui no nosso mercado, porque ela consegue combinar escala, alcance diário, presença, faz parte do hábito de consumo das pessoas”, disse Paula Carvalho, diretora comercial do Ibope.

Enquanto o digital oferece segmentação, a TV aberta entrega o que o mercado chama de reconhecimento imediato de marca. Quando uma empresa quer falar com o Brasil inteiro de uma vez, é na TV aberta que ela investe.

“Se você precisa falar com milhões de pessoas naquele segundo, é na TV que você tem que estar; outras plataformas conseguem até te entregar ao longo do tempo. Mas, a curto prazo, no Brasil, é só a TV que ainda consegue ter essa potência”, afirma Juliano Del Fiore, head de mídia da agência Pullse.

Para manter a relevância e dar o próximo passo, o Brasil prepara a chegada da TV 3.0. Mas não se trata apenas de imagens mais nítidas. É a integração definitiva entre o sinal aberto e a internet. O canal deixa de ser apenas um número no controle e passa a ser um aplicativo interativo.

"Esse é o papel da TV 3.0: uma TV aberta, gratuita e interativa, estando mais próximo do telespectador, com novos serviços de valores adicionados para que a população possa fazer o comércio eletrônico, poder interagir com os programas de TV para que os anunciantes possam fazer suas publicidades de forma segmentada por região, por município, por faixa etária, tendo uma grande interatividade com a TV", diz Frederico de Siqueira Filho, ministro das Comunicações.

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