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Alemanha pede que cidadãos deixem áreas com risco de ebola

Pedido não se aplica a profissionais alemães da área médica que trabalham para conter surto

Saúde|Do R7

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Médicos vestem roupas apropriadas para conter vírus ebola na Libéria
Médicos vestem roupas apropriadas para conter vírus ebola na Libéria

O Ministério de Relações Exteriores da Alemanha solicitou que os cidadãos do país saiam da Libéria, Guiné e Serra Leoa em razão da "situação crítica" causada pelo vírus o ebola no oeste da África. O pedido não se aplica a profissionais alemães da área médica que trabalham para conter o surto, informou o porta-voz do Ministério, Martin Schaefer, em coletiva de imprensa.

Também não estão incluídos diplomatas alemães, disse Schaefer, acrescentando que as embaixadas do país permanecerão abertas nesses nações.


Nesta quarta-feira (13), o presidente da Guiné, Alpha Condé, decretou estado de "emergência sanitária" em seu país por conta da epidemia do vírus ebola na África Ocidental. Segundo um comunicado divulgado pelo gabinete do mandatário, a decisão foi tomada porque a nação é signatária da constituição da OMS (Organização Mundial da Saúde), que já havia tomado a mesma medida anteriormente, em nível global.

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De acordo com informações da entidade, a epidemia da febre hemorrágica já deixou 1.069 mortos, sendo 377 na própria Guiné, 355 na Libéria, 334 em Serra Leoa e três na Nigéria. Além disso, até aqui já foram registrados 1.975 casos de contágio. Os números reúnem dados compilados até 12 de agosto.

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Apenas nos dois últimos dias (11 e 12), aconteceram 56 mortes e 128 contaminações no continente africano. "As operações de vigilância na Guiné, na Nigéria e em Serra Leoa permitiram identificar e rastrear entre 94% e 98% dos contatos mantidos pelos novos casos. Na Libéria, estamos fazendo esforços para reforçar essa prática, mas é preciso de ajuda nessa área", diz uma nota da OMS.

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