IBGE: 55% de moradores de cidades têm de viajar a outras para exames
Caso necessite de internação, 60% dos municípios têm que encaminhar pacientes a cidades vizinhas; só a emergência é ofertada em 91% dos locais
Saúde|Do R7

Mais da metade dos municípios brasileiros, 55,3% deles, ainda precisava encaminhar seus moradores usuários da atenção básica de saúde para outras cidades para a realização de exames. No quesito internação, 60,7% dos locais encaminhavam os pacientes para outros municípios para conseguir esse tipo de atendimento. O serviço mais ofertado foi o atendimento de emergência, presente em 91,9% dos locais.
Os dados são da Pesquisa de Informações Básicas Municipais e Estaduais: Perfil dos Municípios (Munic) e Estados (Estadic) Brasileiros 2018, divulgada na quarta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
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Em 2018, 93,2% das cidades brasileiras tinham estabelecimentos municipais de saúde. Desses municípios que ofereciam atendimento de saúde, 13,2% tinham estabelecimentos municipais administrados por terceiros.
Em apenas 14,7% dos municípios, havia estabelecimentos com serviço de nefrologia em estabelecimento público ou conveniado ao SUS. Somente 9,7% das cidades tinham leitos/berços de UTI neonatal, e 34,6% possuíam leitos/berços intermediários.
Exame contra câncer de próstata dura 1 minuto e não dói, diz médico:
O câncer de próstata só pode ser prevenido pelo exame de toque? O exame de toque é o mais eficaz para identificar o tumor em estágio inicial, de acordo com o urologista Ariê Carneiro, da Hospital Israelita Albert Einstein. Existe ainda o exame de sangu...
O câncer de próstata só pode ser prevenido pelo exame de toque? O exame de toque é o mais eficaz para identificar o tumor em estágio inicial, de acordo com o urologista Ariê Carneiro, da Hospital Israelita Albert Einstein. Existe ainda o exame de sangue PSA (Antígenos Específicos da Próstata), mas ele é complementar ao exame de toque e não o descarta. A ultrassonografia da próstata com biópsia é utilizada para confirmar o diagnóstico *Estagiária do R7 sob supervisão de Deborah Giannini





















