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‘Isso nos preocupa demais’, diz médico sobre alta dos casos de síndrome respiratória grave

Especialista faz alerta sobre a variante K do vírus influenza e um apelo para que as pessoas se vacinem

Saúde|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A síndrome respiratória grave está deixando em alerta vários estados brasileiros, com exceção do Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul.
  • Crianças e idosos são os mais afetados devido à vulnerabilidade de seus sistemas imunológicos.
  • Procura por postos de saúde está em 54%, abaixo do esperado, o que pode agravar doenças como Covid-19.
  • Médico Ricardo Martins ressalta a importância da vacinação para proteger tanto a si quanto aos outros.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Níveis de alerta em torno da síndrome respiratória grave se alastram pelos estados brasileiros, segundo um novo boletim InfoGripe da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), que considerou dados coletados entre os dias 19 e 25 de abril. Apenas o Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul não registraram níveis altos no relatório.

Dentre os principais afetados pela síndrome estão as crianças e os idosos. “Porque o sistema imunológico deles está em fase de formação, no caso das crianças, ou já se encontra em uma fase de deterioração, no caso das pessoas mais de 60”, explicou o membro da SBPT (Sociedade Brasileira de Pneumonia e Tisiologia), Ricardo Martins, no Conexão Record News desta segunda-feira (4).


Ao ser recebido pelo programa, ele destacou que os índices de procura dos postos de saúde estão em torno de 54%, uma média abaixo do esperado. A falta da cobertura de imunização pode levar a casos mais graves de doenças como a Covid-19 — uma das principais causas de morte entre pessoas mais velhas — e a nova variante K do vírus influenza.

“A gente já sabe que essa é a época em que há maior circulação de vírus influenza, que é o vírus da gripe, no Brasil. E, dessa vez, ela vem com uma variante que nos preocupa muito, que é a variante K. Uma variante que é coberta pela vacina que está sendo dada hoje pelo governo federal. Infelizmente, a ida aos postos de saúde não está sendo na frequência que a gente gostaria. Daí, a vinda de casos mais graves; isso nos preocupa demais”, disse.


Martins fez um pedido ao público para frequentar os postos de saúde e aproveitar a oportunidade para atualizar a imunização de outras doenças: “A vacinação tem um duplo efeito. Protege a si e protege as pessoas que a gente ama, as pessoas com quem a gente convive e, claro, por tabela, outras pessoas que estão ao nosso redor”.

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