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Obama alerta na ONU para riscos do ebola e pede reforço para conter doença

Presidente lembrou que os EUA iniciaram uma grande operação na África contra o ebola 

Saúde|Do R7

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Obama argumentou que as crises do ebola e outras que se vivem no mundo são uma amostra do "fracasso" do sistema internacional
Obama argumentou que as crises do ebola e outras que se vivem no mundo são uma amostra do "fracasso" do sistema internacional

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, advertiu nesta quarta-feira (24) na Assembleia Geral da ONU para os riscos do surto de ebola na África Ocidental e convocou a comunidade internacional a se mobilizar para conter seu avanço.

"Necessitamos de um esforço mais amplo para deter uma doença que poderia matar centenas de milhares, infligir horríveis sofrimentos, desestabilizar economias e movimentar-se rapidamente através das fronteiras", disse Obama.


O presidente lembrou que os EUA iniciaram uma grande operação na África contra o ebola e pediu para outros governos se somarem a esta missão com "compromissos concretos".

"Enquanto falamos, os Estados Unidos estão desdobrando médicos e cientistas, apoiados por nosso exército, para ajudar a conter o surto do ebola" e buscar "novos tratamentos", afirmou Obama.


Cinco medidas que podem controlar a epidemia de ebola

Obama argumentou que as crises do ebola e outras que se vivem no mundo são uma amostra do "fracasso" do sistema internacional na hora de responder a "um mundo interconectado". "Não investimos adequadamente na capacidade de saúde pública dos países em desenvolvimento", criticou.

O surto do ebola é um dos assuntos principais das discussões dos líderes internacionais presentes nas Nações Unidas. Amanhã será realizada uma reunião de alto nível sobre a doença, que contará com a participação da OMS (Organização Mundial da Saúde), Banco Mundial, Médicos Sem Fronteiras e Cruz Vermelha. 

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