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Eleições 2014

Paulo Skaf nega PT no palanque em São Paulo, mas declara voto em Dilma

Petista tentou aproximação, mas candidato ao governo diz que campanha se limita ao Estado

São Paulo|Fernando Mellis, do R7

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Paulo Skaf aparece em segundo lugar nas pesquisas, com 11% das intenções de voto, segundo o Ibope
Paulo Skaf aparece em segundo lugar nas pesquisas, com 11% das intenções de voto, segundo o Ibope

O candidato ao governo de São Paulo pelo PMDB, Paulo Skaf, afirmou na tarde desta sexta-feira (8), durante sabatina no jornal O Estado de S. Paulo, que votará para presidente na chapa de Dilma Rousseff (PT) e do presidente do partido dele, Michel Temer. No entanto, descartou dividir palanque com a petista no Estado, onde também tem um adversário do mesmo partido, o ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

— Eu falei desde o princípio, reiteradamente, que tanto o PT quanto o PSDB são meus adversários. Consequência: nem eu estarei no palanque do PT e nem o PT estará no meu palanque. Porém, com coerência, não há dúvida que eu voto com o meu partido. O presidente do meu partido é meu amigo, [o vice-presidente] Michel Temer, é candidato em uma das chapas. O meu voto é o voto do meu partido.


Diante do baixo desempenho de Padilha, o PT tentou, por intermédio de Temer, garantir a presença de Dilma nos palanques de Skaf. No fim de julho, o peemedebista gerou um grande mal-estar na aliança nacional ao publicar em suas páginas oficiais na internet um vídeo em que ironiza as investidas pelo palanque duplo para Dilma no maior colégio eleitoral do País. Na gravação, ele responde a uma mensagem no celular afirmando que a pergunta sobre o apoio ao PT é coisa de quem "sabe de nada, inocente".

Questionado se o nome de Dilma estará no material de campanha do PMDB em São Paulo, Skaf afirmou que cada candidato a deputado terá livre escolha, mas que o que for produzido pela equipe dele será apenas estadual.


O político, que também é presidente licenciado da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), iniciou a campanha sem apoio direto de candidatos à presidência, já que Aécio Neves (PSDB) apoia Geraldo Alckmin, e Dilma apoia Padilha. O vice de Alckmin, Márcio França, é do partido de Eduardo Campos (PSB). Mesmo assim, ele aparece em segundo lugar nas pesquisas, com 11% das intenções de voto. O governador tem 50% e Padilha 5%.

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