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Atentados contra xiitas deixam ao menos 19 pessoas mortas em Bagdá

Internacional|Do R7

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Pelo menos 12 pessoas foram mortas e 71 ficaram feridas em uma série de atentados nesta terça-feira, principalmente perto de locais de culto xiita em Bagdá, segundo fontes médicas e da segurança.

De acordo com uma fonte médica, pelo menos 12 pessoas morreram e 50 ficaram feridas em três atentados com carros-bomba nos bairros de Shula, Hurriya e Kreyaat, no norte de Bagdá, próximos a locais de culto xiitas.


Os ataques, quase simultâneos ainda não foram reivindicados, mas a utilização de carros-bomba é a marca registrada de grupos islamitas sunitas, como a Al-Qaeda, que querem atingir a maioria xiita no Iraque.

Domingo, milhões de xiitas respeitaram na cidade iraquiana sagrada de Kerbala (centro) o luto da Ashura, que foi poupada dos violentos ataques dos últimos anos.


Pouco antes, seis pessoas tinham sido mortas em ataques em zonas curdas e em outras de maioria árabe na província rica em petróleo de Kirkuk, no norte do Iraque, segundo fontes de segurança e médicas.

Duas pessoas morreram e sete ficaram feridas na explosão de um carro-bomba em um bairro de maioria curda do leste da cidade de mesmo nome, de acordo com uma autoridade de segurança.


Um outro carro-bomba explodiu em uma zona curda do nordeste da cidade, matando um membro das forças de segurança curdas e ferindo quatro pessoas. Em outro ato de violência, a explosão de um terceiro carro-bomba no norte da cidade deixou um morto e cinco feridos.

Cerca de cinquenta quilômetros a leste da mesma cidade, duas bombas colocadas em uma estrada deixaram dois mortos, incluindo um policial, e um ferido.


Esses ataques ocorreram no momento em que autoridades do governo federal e da região autônoma do Curdistão tentam reduzir a tensão nas zonas disputadas do norte.

Perto de Baaquba (60 km a nordeste de Bagdá), homens armados mataram um membro das milícias Sahwa, que combatem a Al-Qaeda, de acordo com fontes hospitalares

Atos de violência são registrados quase diariamente no Iraque, apesar de uma drástica redução em comparação com o período do conflito sectário de 2006-2008.

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