Dark Horse: CGU começa a apurar eventuais repasses de emendas a filme de Bolsonaro
Medida atende a uma determinação do ministro Flávio Dino, que abriu uma apuração preliminar sobre o caso em maio
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A CGU (Controladoria-Geral da União) começou uma auditoria para investigar eventuais repasses de emendas à Go Up Entertainment, produtora ligada ao filme Dark Horse, que conta a história do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
O procedimento atende a uma determinação do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Flávio Dino, que abriu uma apuração preliminar em maio deste ano para que o órgão de controle realizasse o levantamento.
A investigação tramita sob sigilo, segundo a decisão do ministro. Dino tem exigido transparência rigorosa nesses repasses e bloqueado a atuação de fundos que não cumpram requisitos de rastreabilidade.
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Em um pedido enviado ao STF, o deputado federal Pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ) também cobrou que sejam investigados o ICB (Instituto Conhecer Brasil) e os repasses para projetos culturais.
Outro pedido apresentado à Corte partiu da deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP). Ela acusa o também deputado Mário Frias (PL-SP) de ter destinado ao menos R$ 2 milhões à ONG (Organização Não Governamental) Academia Nacional de Cultura.
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