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Dark Horse: Fachin decide que Mendonça vai relatar ação que pede investigação de Bolsonaro

Mais cedo, a área técnica do Supremo já havia sinalizado que o caso deveria ficar com o ministro

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Edson Fachin, presidente do STF, designou André Mendonça como relator da notícia-crime contra Jair Bolsonaro e seus filhos.
  • A decisão foi baseada em parecer técnico do STF e em documento da PGR, que já indicavam Mendonça como relator.
  • Lindbergh Farias solicitou a inclusão de Flávio e Jair Bolsonaro na investigação sobre a atuação internacional de Eduardo Bolsonaro.
  • Flávio Bolsonaro é acusado de captar milhões de dólares para financiar o filme "Dark Horse", cinebiografia de Jair Bolsonaro.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

STF já havia sinalizado que o caso deveria ficar com André Mendonça Rosinei Coutinho/STF - 22.10.2025

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Edson Fachin, decidiu nesta quinta-feira (25) que o ministro André Mendonça deve ser o relator da notícia-crime apresentada pelo deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus filhos Flávio e Eduardo.

Mais cedo, a área técnica do STF sinalizou que o caso deveria ir a Mendonça. O parecer apresentado não mencionava especificamente que o caso deva ficar com Mendonça, e lembrou que há duas ações relacionadas ao filme Dark Horse já foram distribuídas por prevenção ao ministro.


Nesta semana, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, enviou um documento ao STF no qual defendia que o ministro André Mendonça fosse o relator da notícia-crime.

A PGR defendeu Mendonça porque o caso já é alvo de uma apuração sob relatoria do ministro. O então relator, ministro Alexandre de Moraes, enviou o processo para a Presidência da Corte definir a tramitação.


Pedido

No dia 18 de maio, o deputado federal Lindbergh Farias pediu ao STF para incluir, na investigação que apura a atuação internacional de Eduardo Bolsonaro, os nomes de Flávio Bolsonaro — apontado como possível operador político e financeiro da captação milionária junto a Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master — e Jair Bolsonaro, que teria sido o beneficiário político direto da operação.

Segundo a petição, Flávio Bolsonaro teria cobrado dezenas de milhões de dólares de Vorcaro sob a justificativa de financiar o filme Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro.

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