Dino afirma que 'não tem feito contabilidade', mas que projeção é 'tranquila e promissora'
Indicado a uma vaga no STF, ele será sabatinado nesta quarta-feira pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado
Brasília|Giovanna Inoue, do R7, em Brasília

Indicado para a vaga aberta de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino afirmou nesta terça-feira (12) que "não tem feito a contabilidade" dos votos, mas que tem "uma projeção muito tranquila e promissora". O atual ministro da Justiça e Segurança Pública e o indicado à liderança da Procuradoria-Geral da República (PGR), Paulo Gonet, serão sabatinados na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado de forma simultânea na manhã de quarta-feira (13).
Dino passou esta terça-feira reunindo-se com líderes de partidos e articulando votos. Ele afirmou que conversou com "90% dos senadores" e que acredita que pode ter mudado a opinião daqueles que não votariam positivamente. "Tenho certeza de que muitos corações foram tocados, e pode ser que alguns não virem sim."
O ministro do governo disse que o diálogo com os parlamentares foi positivo e "de aprendizado". Ele garantiu que, caso seja aprovado, será um "facilitador do diálogo entre os Poderes". "Não há dúvidas de que os Poderes são independentes, mas é preciso, neste momento, dedicar uma atenção especial à harmonia", declarou.
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Questionado sobre a sucessão do cargo de ministro da Justiça e Segurança Pública, Dino afirmou que a decisão do momento da troca e de quem será o sucessor é do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). "É desconfortável haver disputa de herança em vida."














