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Durigan promete trajetória de superávits e diz que governo criou condições para reduzir juros

Ministro prevê superávit de R$ 18 bilhões em 2027 e aposta em controle de despesas obrigatórias para manter trajetória positiva

Brasília|Flávia Alvarenga, da RECORD Brasília, e Augusto Fernandes, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirma que o governo criou condições para uma trajetória de superávits primários contínuos a partir de 2027.
  • O orçamento de 2024 prevê um superávit efetivo de R$ 18 bilhões, indicando uma mudança de trajetória nas contas públicas.
  • Durigan destaca a redução do peso dos gastos obrigatórios no orçamento, permitindo mais espaço para despesas discricionárias e investimentos estratégicos.
  • Alterações no cálculo do piso da saúde foram feitas para evitar que receitas voláteis causem instabilidade nas despesas, visando um crescimento previsível do orçamento.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Dario Durigan
Durigan prevê redução do peso dos gastos obrigatórios no Orçamento Washington Costa/MF - 10.4.2026

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou, em entrevista exclusiva à RECORD nesta quinta-feira (3), que o governo federal criou as condições para que o Brasil entre, a partir de 2027, em uma trajetória de superávits primários contínuos.

Para o ano que vem, a proposta orçamentária encaminhada pelo Executivo prevê superávit efetivo de cerca de R$ 18,6 bilhões. Na avaliação do ministro, o resultado projetado para o próximo ano representa uma mudança de trajetória. A intenção é que o superávit não seja pontual, mas se transforme em um resultado recorrente das contas públicas.


“O próximo orçamento, eu tenho dito, está mais saudável, porque, se tiver crise no mundo — e nós vivemos o mundo com muita crise —, eu consigo fazer ajustes na gestão do orçamento para entregar sempre um país com resultados crescentes”, afirmou Durigan.

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O ministro prevê uma redução do peso dos gastos obrigatórios no Orçamento para os próximos anos, o que pode abrir espaço para despesas discricionárias (não obrigatórias).


Nós arrumamos a casa e estamos projetando um orçamento muito melhor. O gasto obrigatório, que é o gasto engessado do governo, está diminuindo, o que abre dois espaços. Um para investir mais. Por exemplo, investir em mineral crítico, investir em digitalização, investir no setor de energia para que a gente diversifique, aproveite que o Brasil é uma potência de energia limpa, que a gente consiga fazer investimento e destravar melhores empregos nesses setores. Fica com mais espaço para a gente fazer investimento, escolher os investimentos estratégicos e, também, tem mais espaço para a gente fazer um resultado melhor da conta.

(Dario Durigan, ministro da Fazenda)

O Jornal da Record desta quinta-feira vai exibir trechos da entrevista, a partir das 19h55.

Além disso, a íntegra da entrevista com Durigan vai ao ar às 22h30 desta quinta, na RECORD News. O programa também estará disponível no R7, nas redes sociais e no RecordPlus.


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