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Fachin marca julgamento sobre governador-tampão no Rio de Janeiro para 19 de agosto

Ações que discutem o formato da eleição voltam à pauta após pedido de vista de Dino; placar está em 4 a 1 a favor da votação indireta

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O STF marcou para 19 de agosto o julgamento sobre as regras de sucessão e eleições para governador-tampão no Rio de Janeiro.
  • O julgamento envolve duas ações que discutem se a eleição será direta ou indireta até o fim de 2026.
  • Até agora, o STF formou um placar de 4 votos a 1 a favor da eleição indireta, com um voto a favor da eleição direta.
  • O presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, desembargador Ricardo Couto, comanda o estado interinamente até a decisão final.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ministro Edson Fachin
Fcahin é o presidente do Supremo e responsável por marcar os julgamentos no plenário Antonio Augusto/STF - 18.6.2026

O ministro Edson Fachin, presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), marcou para 19 de agosto o julgamento do processo que discute as regras de sucessão e a realização de eleições para o governo do Rio de Janeiro.

O STF julga duas ações que avaliam qual deve ser o formato da eleição para a escolha de um governador-tampão no estado até o fim de 2026.


No dia 9 de abril, o ministro Flávio Dino havia pedido vista. Na ocasião, ele afirmou que esperaria a publicação do acórdão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que condenou o ex-governador Cláudio Castro. A Corte eleitoral publicou o documento no dia 23 daquele mesmo mês.

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Em que pé está o julgamento

Antes do pedido de vista, o STF havia formado o placar de 4 votos a 1 para a realização de eleição indireta (realizada pelos deputados estaduais) para o mandato-tampão de governador do Rio de Janeiro.


Os quatro posicionamentos a favor desse formato foram dos ministros Luiz Fux, André Mendonça, Nunes Marques e Cármen Lúcia. O voto a favor de eleição direta (com participação da população) foi do ministro Cristiano Zanin.

Até que haja deliberação do STF, quem fica no comando do estado de forma interina é o presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, desembargador Ricardo Couto.

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