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Gilmar Mendes defende Gonet em caso Master e volta a criticar Mendonça: ‘Pixuleco eleitoral’

Segundo Gilmar, Gonet teve “a honra injustamente manchada” devido à divulgação de mensagens encontradas no celular de Vorcaro

Brasília|Giovana Cardoso, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Gilmar Mendes defendeu o Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, em relação a questionamentos sobre sua ligação com Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master.
  • Mendes criticou o ministro André Mendonça, chamando-o de "boneco de campanha" e "pixuleco eleitoral" por expor o caso.
  • Investigações da Polícia Federal indicam trocas de mensagens entre Vorcaro e Alexandre de Moraes, citando Gonet para intercessão no escândalo do Master.
  • Gilmar Mendes acusou Mendonça de buscar ganhos políticos com o caso, comparando a situação à Lava Jato, onde vazamentos seletivos foram usados para influenciar a opinião pública.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Gilmes Mendes voltou a criticar André Mendonça Rosinei Coutinho/STF

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes usou as redes sociais nesta quinta-feira (17) para defender o Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, em relação aos questionamentos sobre sua ligação com o ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. Na fala, Mendes também voltou a criticar o ministro André Mendonça, chamando o relator de “boneco de campanha” e “pixuleco eleitoral”.

Segundo Gilmar, Gonet teve “a honra injustamente manchada” devido à divulgação de mensagens encontradas no celular de Vorcaro. Ele questiona, ainda, o fato de Mendonça ter exposto o caso, que também envolve o nome do ministro Alexandre de Moraes.


“Em plenário, o próprio relator reconheceu, em alto e bom som, a lisura da conduta de Gonet e admitiu que nada havia contra ele. Nada. Então, por que expor? Quem atesta a honra de alguém só depois de tê-la arrastado pela praça pública não está corrigindo um erro: está confessando que ele era evitável”, escreveu.

Apesar da fala, investigações da Polícia Federal apontam uma suposta troca de mensagens entre Vorcaro e Moraes, em que Gonet é citado pelo ex-banqueiro para uma possível intercessão no caso, a fim de evitar possíveis problemas para ele nas investigações do escândalo do Master.


Durante a sessão do Supremo que julgava o suposto envolvimento de Moraes com Vorcaro, Gilmar Mendes e André Mendonça elevaram o tom e protagonizaram um bate-boca no plenário.

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Mendes também acusou Mendonça de querer lucrar politicamente com o caso. Ele aponta que a intenção ficou escancarada quando o relator fez publicar vídeo nas redes sociais agradecendo o apoio popular, comparando a situação com o ocorrido na Lava Jato.


“Já vimos esse filme. Na Lava Jato, Deltan Dallagnol e Sergio Moro transformaram vazamento seletivo em método. A ideia era sempre criar o fato consumado antes da ação penal, colher os dividendos políticos e deixar a defesa correndo atrás de um julgamento que a opinião pública já havia feito. Linchamento coletivo serve para esvaziar o direito de defesa e enterrar a presunção de inocência”, completou.

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