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Hugo Motta repudia novas tarifas impostas pelos EUA e incentiva uso da Lei da Reciprocidade

Presidente da Câmara afirma que o Congresso discorda da aplicação de barreiras comerciais como instrumento de pressão política

Brasília|Bruna Pauxis, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados, criticou as novas tarifas impostas pelos EUA a produtos brasileiros.
  • Motta defende o diálogo respeitoso entre nações soberanas e repudia o uso de barreiras comerciais como pressão política.
  • Ele sugere que o governo brasileiro utilize a Lei da Reciprocidade Econômica para retaliar medidas tarifárias unilaterais.
  • O deputado destaca que tais medidas protecionistas ameaçam a economia, os empregos e os setores produtivos estratégicos do Brasil.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Motta: 'Não há justificativa técnica ou comercial que legitime essa agressão à soberania brasileira' Marina Ramos/Camara dos Deputados - 10.06.2026

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), fez uma publicação nesta sexta-feira (17), em sua conta no “X” (antigo Twitter), criticando a decisão do governo dos Estados Unidos de impor novas tarifas sobre produtos brasileiros.

“Manifesto meu repúdio à decisão do governo dos Estados Unidos de impor novas tarifas sobre produtos brasileiros. O Parlamento brasileiro apoia o diálogo respeitoso entre nações soberanas, mas discorda do uso de barreiras comerciais como instrumento de ingerência ou pressão política”, escreveu.


O deputado acrescentou que espera que o governo faça uso da Lei da Reciprocidade Econômica, mecanismo que permite retaliação a países ou blocos que imponham barreiras tarifárias unilaterais.

“Contamos com a Lei da Reciprocidade Econômica, aprovada pelo Congresso, como instrumento legítimo de defesa dos interesses nacionais. Medidas unilaterais e protecionistas como essas prejudicam a economia, ameaçam empregos e penalizam setores produtivos estratégicos que geram renda e desenvolvimento no país. Não há justificativa técnica ou comercial que legitime essa agressão ao livre-comércio e à soberania brasileira”, completou.

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