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Indignação: governo do Brasil condena fala misógina de assessor de Trump sobre brasileiras

Ministério das Mulheres afirma que declaração de Paolo Zampolli reforça ódio e não pode ser tratada como opinião

Brasília|Mariana Saraiva, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O Ministério das Mulheres repudia as declarações misóginas de Paolo Zampolli, assessor de Donald Trump.
  • Zampolli afirmou que mulheres brasileiras são "programadas" para causar confusão, o que foi considerado ofensivo.
  • A fala do assessor é vista como um discurso de ódio que desvaloriza as mulheres brasileiras.
  • O governo brasileiro reafirma seu compromisso com os direitos das mulheres e combate à misoginia.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ministério reage à fala de Paolo Zampolli que reforça discurso de ódio Paolo Zampolli/@paolozampolli- Instagram

O Ministério das Mulheres repudiou veementemente as declarações de Paolo Zampolli, assessor especial do governo de Donald Trump, consideradas ofensivas a meninas e mulheres brasileiras.

Mais cedo, Zampolli afirmou que brasileiras seriam “programadas” para causar confusão. “As mulheres brasileiras, mesmo as que estão aqui, são programadas para causar problemas”, disse em entrevista à emissora italiana RAI.


Em nota, o ministério afirmou que a fala reforça um discurso de ódio e desvaloriza as mulheres brasileiras, em afronta à dignidade e ao respeito. A pasta ressaltou que misoginia não pode ser tratada como opinião.

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“A misoginia não constitui opinião. Trata-se de manifestação de ódio, aversão e incitação à violência, configurando prática criminosa. Nesse sentido, o Ministério ressalta que o ódio contra meninas e mulheres não pode ser relativizado sob o argumento da liberdade de expressão”, diz o texto.


No comunicado, o governo brasileiro reafirma o compromisso com a promoção dos direitos das mulheres e o enfrentamento de todas as formas de violência de gênero e raça, incluindo a misoginia — apontada como fator de risco para a escalada de agressões que podem culminar em feminicídio.

“O Ministério das Mulheres seguirá atuando para assegurar a proteção de meninas e mulheres, bem como na promoção de uma sociedade baseada no respeito, na igualdade e na justiça”, conclui a nota.

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