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Messias se emociona em sabatina: ‘Absoluta consciência do tamanho do desafio’

Indicado para o STF, Jorge Messias destaca formação evangélica, mas reforça a laicidade do Estado e o diálogo entre diferentes crenças

Brasília|Lis Cappi e Bruna Pauxis, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Jorge Messias, indicado ao STF, emocionou-se durante sua sabatina na Câmara dos Deputados.
  • Ele destacou sua criação evangélica, mas enfatizou a importância da laicidade do Estado.
  • Messias ressaltou a necessidade de diálogo construtivo entre diversas religiões sem discriminação.
  • Após a sabatina, o Senado votará sobre a aprovação de seu nome para o STF, necessitando de 41 votos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O advogado-geral da União Jorge Messias participa de sabatina na CCJ do Senado
Messias em sabatina nesta quarta: para ser aprovado, ele precisa do aval de 41 dos 81 senadores Wilton Junior/Estadão Conteúdo - 29.4.2026

O advogado-geral da União e indicado ao STF (Supremo Tribunal Federal), Jorge Messias, emocionou-se durante discurso em sabatina nesta quarta-feira (29), na CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania).

Em sua fala, Messias chorou e ficou com a voz embargada ao lembrar da sua criação religiosa e trajetória profissional. Ele precisou de um lenço para enxugar as lágrimas.


“Chego aqui pelo estudo, pelo trabalho, pela minha família, pelos meus amigos e irmãos, pela fé em Deus e consequentemente pela confiança na minha trajetória de vida”, afirmou Messias. “Tenho absoluta consciência do tamanho do desafio“, completou.

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No discurso, o sabatinado destacou também sua criação evangélica, mas ressaltou que o Estado é laico e, por isso, deve ser feito um “diálogo construtivo” entre as mais diversas religiões.


“Tive a fortuna de nascer em uma família de evangélicos. Meus pais, Edna e Edson, que me assistem, plantaram muito cedo a semente da fé, o que, sem dúvida, salvou a minha vida. Para mim, ser evangélico é uma bênção, não um ativo“, defendeu Messias.

“Todavia, eu tenho plena clareza de que o Estado constitucional é laico — uma laicidade clara, mas colaborativa, que fomenta o diálogo construtivo entre o Estado e todas as religiões em prol da fraternidade e da inclusão, sem admitir favorecimentos ou discriminações entre as diversas confissões religiosas de nosso país”, ponderou o indicado ao STF.


Após a sessão na CCJ, o plenário do Senado deve votar se aprova ou rejeita o nome de Messias ao STF. Para ser aprovado e estar apto à nomeação, ele precisa do voto de, pelo menos, 41 dos 81 senadores.

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