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Moraes autoriza visita de Jair Renan e Carlos a Bolsonaro em prisão domiciliar

Decisão estabelece que os encontros não podem ter caráter político-eleitoral nem servir para a divulgação de manifestos

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Alexandre de Moraes autoriza visitas de Carlos e Jair Renan a Bolsonaro em prisão domiciliar.
  • Visitas não podem ter caráter político-eleitoral ou divulgar manifestos.
  • Outras visitas precisam de autorização prévia de Moraes; Flávio Bolsonaro está temporariamente proibido de visitar o pai.
  • Descumprimento das condições pode resultar na reavaliação do regime de prisão domiciliar de Bolsonaro.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A decisão estabelece que os encontros não podem ter caráter político-eleitoral nem servir para a divulgação de manifestos Valter Campanato/Agência Brasil - 10.06.2025

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), autorizou que o ex-presidente Jair Bolsonaro receba visitas de seus filhos Carlos e Jair Renan enquanto cumpre prisão domiciliar.

A decisão estabelece que os encontros não podem ter caráter político-eleitoral nem servir para a divulgação de manifestos desse gênero.


Segundo Moraes, todas as demais visitas deverão ser previamente autorizadas por ele. No dia 17 de julho, Moraes proibiu, por 30 dias, o recebimento de visitas por parte de Bolsonaro “com finalidade político-partidária até o término das eleições gerais de 2026”.

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“Ressalte-se que a estrita observância de todas as condições fixadas por lei e pelas decisões judiciais constitui pressuposto para a manutenção do regime de cumprimento atualmente deferido, de modo que eventual descumprimento poderá ensejar a imediata reavaliação do benefício concedido, com a adoção de medidas mais gravosas, inclusive a reversão da prisão domiciliar humanitária em regime fechado”, aletou Moraes.


A decisão não menciona Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência. Moraes suspendeu temporariamente o direito de Flávio visitar o pai por 90 dias.

A medida foi aplicada após o senador divulgar nas redes sociais uma carta manuscrita atribuída ao ex-presidente, ato visto pelo ministro como descumprimento do veto que impede Jair Bolsonaro de enviar mensagens ao público por meio de terceiros.

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