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Moraes manda PGR se manifestar sobre cirurgia do ombro de Bolsonaro

Indicação consta em relatório fisioterapêutico apresentado pela defesa e anexado ao processo que trata da pena do ex-presidente

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Ministro Alexandre de Moraes solicita manifestação da PGR sobre cirurgia no ombro de Jair Bolsonaro.
  • A defesa propôs os dias 24 ou 25 de abril para a realização do procedimento.
  • Médicos afirmam que, embora haja melhora, a cirurgia é necessária para a saúde do ex-presidente.
  • Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses por tentativa de golpe de Estado, e está em prisão domiciliar humanitária.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Bolsonaro
Advogados de Jair Bolsonaro (PL) argumentaram que pedido tem natureza 'humanitária e sanitária' Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil - Arquivo

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), mandou a PGR (Procuradoria-Geral da República) se manifestar, em cinco dias, sobre o pedido da defesa de Jair Bolsonaro (PL) para que o ex-presidente passe por uma cirurgia no ombro. A defesa sugeriu os dias 24 ou 25 de abril.

Na semana passada, os médicos de Bolsonaro enviaram ao STF um documento no qual dizem que as dores no ombro direito do político melhoraram. Apesar disso, profissionais indicaram a operação para o ex-presidente, que cumpre pena em prisão domiciliar, no Distrito Federal.


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A recomendação consta no relatório fisioterapêutico apresentado pela defesa e anexado ao processo que trata da execução penal, no sistema do STF. Ainda segundo os advogados, o pedido tem natureza “estritamente humanitária e sanitária”.

“O que se busca é apenas viabilizar tratamento médico reputado necessário pelo especialista assistente, preservando-se a integridade física, a funcionalidade do membro acometido, a qualidade de vida e a própria dignidade do requerente, de maneira que a permanência do quadro clínico redundaria em restrição ao direito fundamental à saúde e ao acesso ao tratamento prescrito”, argumentou a defesa do preso.


Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses por liderar uma tentativa de golpe de Estado no país. Em 13 de março último, ele foi internado em Brasília, devido a uma pneumonia, e recebeu alta duas semanas depois.

O quadro levou o ministro Alexandre de Moraes a conceder prisão domiciliar humanitária por 90 dias a Bolsonaro, após a PGR (Procuradoria-Geral da República) se manifestar favoravelmente à medida pedida pelos advogados do ex-presidente.

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