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Justiça manda soltar MC Ryan e Poze, suspeitos de elo a esquema que movimentou R$ 260 bilhões

Além dos funkeiros, o STJ também concedeu liberdade ao influenciador Chrys Dias e ao dono da página de fofocas ‘Choquei’

Brasília|Giovana Cardoso, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • STJ determina a soltura de MC Ryan, MC Poze, Chrys Dias e Raphael Sousa, envolvidos em esquema criminoso.
  • A decisão do ministro Messod Azulay Neto aponta ilegalidade na prisão temporária inicial.
  • Os investigados eram parte da Operação Narco Fluxo, suspeitos de movimentar R$ 260 bilhões.
  • MC Ryan é identificado como líder do grupo, utilizando empresas para lavar dinheiro por meio de apostas ilegais.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Cantores são suspeitos de integrar esquema de lavagem de dinheiro Montagem: MC Ryan SP/Instagram @imcryansp - 27.03.2023 e MC Poze do Rodo/Instagram @pozevidalouca - 17.03.2026

A Justiça mandou soltar os cantores MC Ryan SP e MC Poze do Rodo, além do influenciador Chrys Dias e do dono da página “Choquei”, Raphael Sousa, investigados por suspeita de integrar uma organização criminosa que teria movimentado R$ 260 bilhões. Na decisão, o ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Messod Azulay Neto, relator da ação, entende que houve “flagrante de ilegalidade”.

De acordo com o documento, a decisão que decretou a prisão temporária de 30 dias dos envolvidos foi ilegal, pois, no momento da prisão, os policiais informaram o prazo de apenas cinco dias de prisão temporária.


Assim, o habeas corpus determinou que a prisão temporária observe o período informado no momento da detenção.

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A decisão, voltada para o MC Ryan, foi estendida aos demais suspeitos presos pelo mesmo crime devido ao princípio da isonomia e à “possibilidade de extensão dos efeitos benéficos da ordem de habeas corpus”.


Os investigados foram presos no último dia 15 no âmbito da Operação Narco Fluxo, da Polícia Federal. O grupo é suspeito de integrar uma organização criminosa altamente estruturada, voltada à lavagem de dinheiro em larga escala, com base principalmente na exploração de apostas ilegais e rifas digitais, além de possíveis conexões com o tráfico internacional de cocaína.

Ryan no centro da organização

No centro da estrutura, segundo as investigações, está Ryan Santana dos Santos, conhecido como MC Ryan, identificado como líder e principal beneficiário econômico.


Segundo as investigações, ele usava empresas ligadas ao setor artístico e de entretenimento para mesclar receitas lícitas com recursos de origem criminosa, adotando mecanismos de blindagem patrimonial, como o uso de “laranjas”, transferência de bens a terceiros e aquisição de ativos de alto valor.

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