Novo ministro das Cidades promete 1 milhão de novas moradias do Minha Casa, Minha Vida em 2026
Vladimir Lima diz que governo quer fechar atual mandato do presidente Lula com 3 milhões de moradias entregues
Brasília|Thaynara Lima, do R7, em Brasília*
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Segundo o novo ministro das Cidades, Vladimir Lima, o governo federal vai entregar ao menos 1 milhão de novas habitações no programa Minha Casa, Minha Vida em 2026.
“A gente tinha uma meta de entregar 2 milhões de unidades habitacionais em quatro anos de governo. Batemos essa meta com um ano e um mês de antecedência. São 2,3 milhões de unidades habitacionais. Portanto, chegaremos a 3 milhões de moradias até dezembro de 2026″, afirmou.
A declaração foi feita na quarta-feira (8), durante o lançamento da Coalizão das Cidades, que reúne seis frentes parlamentares que tratam de temas como habitação, saneamento e mobilidade urbana.
Vladimir Lima assumiu o Ministério das Cidades após a saída de Jader Filho, que estava à frente da pasta desde janeiro de 2023 e deixou o cargo para disputar uma vaga a deputado federal pelo Pará.
Novos limites de renda e valor de imóveis aprovados
No fim de março, o Conselho Curador do FGTS (Fundo de Garantia de Tempo de Serviço) aprovou o aumento no limite de renda das famílias para as quatro faixas do programa Minha Casa, Minha Vida e do valor dos imóveis para as faixas 3 e 4.
A proposta, encaminhada pelo Ministério das Cidades, teve aprovação unânime e prevê reajuste em todas as faixas de renda familiar bruta mensal para financiar imóveis pelo programa.
A estimativa é que 87,5 mil famílias sejam beneficiadas com a mudança. Confira as alterações:
Aumento do valor dos imóveis
- Faixa 3: de R$ 350 mil para R$ 400 mil
- Faixa 4: de R$ 500 mil para R$ 600 mil
Aumento no teto da renda
Para as faixas de renda familiar mensal
- Faixa 1 - de R$ 2.850 para R$ 3.200
- Faixa 2 – de R$ 4.700 para R$ 5.000
- Faixa 3 - de R$ 8.600 para R$ 9.600
- Faixa 4 - de R$ 12 mil para R$ 13 mil
No programa, as faixas 1, 2 e 3 recebem subsídios do governo e juros mais baixos. Já a faixa 4, que é focada na classe média, tem condições especiais de financiamento, sem subsídio direto, mas com juros reduzidos e maior teto de valor de imóveis.
*Sob supervisão de Augusto Fernandes, editor-chefe
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