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Pena de Bolsonaro pode cair para 2 anos e 4 meses com dosimetria, diz relator

Paulinho da Força considera que presos do 8/1 serão soltos após avaliação do STF, com exceção de condenados pela trama golpista

Brasília|Lis Cappi, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Relator Paulinho da Força propõe redução da pena de Bolsonaro de 27 anos para 2 anos e 4 meses.
  • Segundo o relator, todos os presos do 8 de Janeiro podem ser soltos após análise do STF.
  • Exceção será para os mandantes, que também terão penas reduzidas.
  • Paulinho acredita que a judicialização do projeto não terá impacto significativo.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Paulinho da Força foi relator do projeto de dosimetria na Câmara Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados - 30.04.2026

O relator do projeto da dosimetria na Câmara, deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), considera que a medida que prevê redução das penas pelo 8 de Janeiro e pela trama golpista poderá diminuir a condenação de 27 anos imposta ao ex-presidente Jair Bolsonaro para 2 anos e 4 meses.

A projeção foi confirmada pelo parlamentar ao R7 nesta sexta-feira (8), após o presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre (União-AP), promulgar a lei da dosimetria.


Segundo Paulinho, todos os participantes do 8 de Janeiro serão soltos assim que houver análise do STF (Supremo Tribunal Federal) — os casos precisam ser avaliados individualmente pela corte.

Por outro lado, segundo Paulinho, Bolsonaro e os demais condenados pela trama golpista ainda não vão para o regime aberto imediatamente.


“Nas minhas contas, todos que estão presos serão soltos, menos os sete mandantes, que terão as penas reduzidas. Na minha conta, Bolsonaro, que pegou 27 anos e 3 meses e iria cumprir 6 anos e 10 meses [de regime fechado], ficará com 2 anos e 4 meses”, afirmou Paulinho da Força.

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O parlamentar também minimizou o impacto da eventual judicialização da lei. O caminho é dado como certo entre partidos políticos próximos ao governo, que prepararam peças para apresentar ao STF, na tentativa de suspender o texto.


“Acho que não vai ter nenhum efeito. Acho que o STF, também como sociedade, concordou com a dosimetria”, disse Paulinho.

“Todo esse período [de tramitação], estive várias vezes no Supremo. Nenhum ministro, quando os encontrei, falou qualquer coisa sobre. Então, acho que o projeto foi na medida”, defendeu.

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