Pena de Bolsonaro pode cair para 2 anos e 4 meses com dosimetria, diz relator
Paulinho da Força considera que presos do 8/1 serão soltos após avaliação do STF, com exceção de condenados pela trama golpista
Brasília|Lis Cappi, do R7, em Brasília
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O relator do projeto da dosimetria na Câmara, deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), considera que a medida que prevê redução das penas pelo 8 de Janeiro e pela trama golpista poderá diminuir a condenação de 27 anos imposta ao ex-presidente Jair Bolsonaro para 2 anos e 4 meses.
A projeção foi confirmada pelo parlamentar ao R7 nesta sexta-feira (8), após o presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre (União-AP), promulgar a lei da dosimetria.
Segundo Paulinho, todos os participantes do 8 de Janeiro serão soltos assim que houver análise do STF (Supremo Tribunal Federal) — os casos precisam ser avaliados individualmente pela corte.
Por outro lado, segundo Paulinho, Bolsonaro e os demais condenados pela trama golpista ainda não vão para o regime aberto imediatamente.
“Nas minhas contas, todos que estão presos serão soltos, menos os sete mandantes, que terão as penas reduzidas. Na minha conta, Bolsonaro, que pegou 27 anos e 3 meses e iria cumprir 6 anos e 10 meses [de regime fechado], ficará com 2 anos e 4 meses”, afirmou Paulinho da Força.
LEIA TAMBÉM
O parlamentar também minimizou o impacto da eventual judicialização da lei. O caminho é dado como certo entre partidos políticos próximos ao governo, que prepararam peças para apresentar ao STF, na tentativa de suspender o texto.
“Acho que não vai ter nenhum efeito. Acho que o STF, também como sociedade, concordou com a dosimetria”, disse Paulinho.
“Todo esse período [de tramitação], estive várias vezes no Supremo. Nenhum ministro, quando os encontrei, falou qualquer coisa sobre. Então, acho que o projeto foi na medida”, defendeu.
Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp













