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PF apreende 7 armas na casa de Mario Frias durante operação em torno do filme de Bolsonaro

Itens eram legais, mas, devido ao registro com dados de outro endereço, estavam em situação irregular, segundo a corporação

Brasília|Giovana Cardoso, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Polícia Federal apreendeu sete armas na casa do deputado Mario Frias, incluindo um fuzil e uma espingarda, por estarem registradas em endereço incorreto.
  • Um carro de luxo avaliado em quase R$ 1 milhão também foi apreendido na residência do deputado.
  • Mario Frias e a produtora Karina Ferreira da Gama foram alvos da Operação Make Up, que investiga o desvio de emendas para o filme "Dark Horse" sobre Jair Bolsonaro.
  • A operação cumpriu 49 mandados de busca e apreensão em vários estados, apontando para uma organização criminosa que desviava recursos públicos através de empresas subcontratadas.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Armamentos encontrados na casa do deputado incluem pistolas, revólver, espingarda e fuzil Polícia Federal/Reprodução – 10.09.2026

A PF (Polícia Federal) apreendeu sete armas — entre elas um fuzil e uma espingarda —, na casa do deputado federal Mario Frias (PL-SP), alvo da Operação Make Up, que investiga o suposto desvio de emendas para o filme Dark Horse, que trata da vida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

As armas eram legais, mas, devido ao registro com dados de outro endereço, estavam em situação irregular. O R7 entrou em contato com o deputado e não obteve resposta até a mais recente atualização desta reportagem. O espaço segue aberto para eventual manifestação.


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Além das armas, a PF apreendeu um carro de luxo, avaliado em quase R$ 1 milhão, na casa do parlamentar.

Mais cedo, o deputado e a produtora do Dark Horse, Karina Ferreira da Gama, foram alvo da operação. As investigações apuram o suposto desvio de emendas parlamentares repassadas, por meio de termo de fomento, a uma organização da sociedade civil.


As equipes da PF e da CGU (Controladoriga-Geral da União) cumpriram 49 mandados de busca e apreensão emitidos pelo STF (Supremo Tribunal Federal), nos estados de São Paulo, do Rio de Janeiro, do Ceará e no Distrito Federal.

As investigações apontam para a existência de uma organização criminosa, formada por agentes públicos e privados. O grupo é suspeito de direcionar os valores recebidos para empresas subcontratadas de forma irregular e sem comprovação da efetiva prestação dos serviços pagos.


As tentativas de dissimular os desvios teriam se estendido até julho último. Levantamentos financeiros identificaram, ainda, movimentação da ordem de centenas de milhões de reais entre as empresas que integram o esquema investigado.

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