Logo R7.com
RecordPlus
R7 Brasília

PF investiga desvio de recursos públicos na contratação de empresa para aluguel de carros

Em fase anterior da operação, deputados federais Sóstenes Cavalcante e Carlos Jordy, ambos do PL-RJ, estavam entre alvos

Brasília|Bruna Pauxis, do R7, em Brasília e Natália MartinsOpens in new window

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Polícia Federal iniciou uma nova fase da Operação Rent a Car, chamada Galho Fraco II, para investigar desvios de recursos públicos na contratação de uma empresa de locação de veículos.
  • Mandados judiciais foram cumpridos no Distrito Federal, Goiás e Minas Gerais para coletar provas, envolvendo agentes públicos, empresários e pessoas jurídicas.
  • Na fase anterior, os deputados federais Sóstenes Cavalcante e Carlos Jordy foram alvos, mas agora a investigação foca em pessoas próximas a eles.
  • Foram identificadas irregularidades no uso da Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar e os envolvidos podem responder por peculato, lavagem de dinheiro, fraude processual e organização criminosa.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Policiais federais cumpriram ordens judiciais no Distrito Federal, em Goiás e em Minas Gerais PF/Reprodução – 01.07.2026

A PF (Polícia Federal) deflagrou, nesta quarta-feira (1º), uma nova fase da Operação Rent a Car, denominada Galho Fraco II. A força-tarefa investiga desvios de recursos públicos na contratação de uma empresa para locação de veículos.

A corporação cumpriu mandados judiciais no Distrito Federal, em Goiás e em Minas Gerais, a fim de coletar e preservar provas. As investigações apontam o envolvimento de agentes públicos, empresários e empresas, além de indícios de ocultação ou alteração de evidências.


Leia Mais

Na fase anterior da operação, os deputados federais Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) e Carlos Jordy (PL-RJ) estavam entre os alvos. Desta vez, porém, os suspeitos seriam pessoas próximas a eles, segundo apurou a reportagem.

A corporação identificou supostas irregularidades no uso de recursos da Ceap (Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar) para o aluguel dos automóveis.


Esta nova etapa da força-tarefa busca aprofundar as apurações sobre a movimentação e o destino final do dinheiro desviado.

Os envolvidos devem responder pelos delitos de peculato — apropriação de bem por funcionário público —; lavagem de dinheiro; fraude processual; e organização criminosa.

Search Box

Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.