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Presidentes dos Três Poderes participam do desfile do 7 de Setembro em Brasília

Autoridades se manifestaram sobre o Dia da Independência e disseram que o desfile significou o 'resgate de símbolos nacionais'

Brasília|Gabriela Coelho e Bruna Lima, do R7, em Brasília

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Autoridades acompanharam desfile em Brasília
Autoridades acompanharam desfile em Brasília

Os presidentes dos Três Poderes participaram do desfile do Dia da Independência em Brasília nesta quinta-feira (7). Estiveram no local o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Rosa Weber, e o presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

Além deles, participaram da celebração da independência o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e os ministros Margareth Menezes (Cultura), Anielle Franco (Igualdade Racial), Nísia Trindade (Saúde), Camilo Santana (Educação), José Múcio Monteiro (Defesa), Wellington Dias (Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome), Rui Costa (Casa Civil), Paulo Pimenta (Secretaria de Comunicação Social), Alexandre Padilha (Secretaria de Relações Institucionais), Sonia Guajajara (Povos Indígenas), Simone Tebet (Planejamento e Orçamento), Marcio Macêdo (Secretaria-Geral da Presidência) e Marina Silva (Meio Ambiente). Também estiveram presentes autoridades militares e o governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB).


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Um dia após ser informada sobre a saída dela do governo, Ana Moser, ainda ministra do Esporte oficialmente, não compareceu. Outros cinco ministros também não estão presentes: Fernando Haddad (Fazenda), Mauro Vieira (Relações Exteriores), Flávio Dino (Justiça), Carlos Lupi (Previdência Social) e Waldez Góes (Integração e do Desenvolvimento Regional). O presidente da Câmara, Arthur Lira, também não participou. 

Autoridades se manifestaram sobre o Dia da Independência do Brasil e destacaram que o desfile realizado na Esplanada dos Ministérios significou o "resgate de símbolos nacionais".


"O 7 de Setembro é uma data cívica, uma data da nação, que jamais deve ser instrumentalizada ideologicamente. Não deve ter nenhum interesse que não seja de oferecer à população um momento de afirmação da sua soberania e democracia", destacou o ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Paulo Pimenta.

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Marcio Macêdo, classificou a data como "a festa da democracia brasileira" e disse que o governo federal deixou "para trás o ódio e a violência".


"Símbolo da nossa soberania e autonomia, sob comando do presidente Lula, vivemos em um país de amor, alegria, tolerância, união e reconstrução nacional", afirmou.

A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, acrescentou que "o verde e o amarelo voltaram a ser símbolos do Brasil inclusivo que queremos reconstruir". "Um Brasil que cuida e abraça a todos, sem deixar ninguém para trás. Um Brasil de todas as cores, de todas as etnias, de todas as regiões, de todos os brasileiros", disse.

Desfile curto e sem discurso presidencial

O presidente Lula optou por não discursar durante o 7 de Setembro na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. O evento foi curto, com duração de 2h, e não foi palco de manifestações contrárias nem violentas. O objetivo do governo foi despolitizar a festa, que teve como slogan "democracia, soberania e união".

Enquanto o presidente e o entorno político dele sustentaram um momento "de todos" os brasileiros, a oposição pediu aos apoiadores que ficassem em casa com o objetivo de esvaziar a festa organizada pela gestão petista. A data da Independência do Brasil ficou marcada na gestão de Jair Bolsonaro (PL) como um símbolo dos apoiadores dele.

As arquibancadas do evento, no entanto, ficaram lotadas. A Presidência da República estima que 30 mil pessoas participaram. 

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