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STF reage a críticas dos EUA e diz que não se submete à pressão externa

Em nota, ministro Edson Fachin destacou que Supremo exerce ‘suas competências exclusivamente por força da Constituição’

Brasília|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O STF divulgou uma nota oficial em resposta às críticas do governo dos EUA sobre decisões da Corte.
  • O tribunal afirma exercer suas funções com base na Constituição, sem influência externa.
  • O STF destaca a independência do Judiciário como pilar do Estado Democrático de Direito.
  • O Supremo reforça que continuará suas atribuições com serenidade, independência e firmeza.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Em nota assinada por Edson Fachin, Supremo cobra respeito às instituições brasileiras Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasi - 09.12.2024

O STF (Supremo Tribunal Federal) divulgou nesta quarta-feira (16) uma nota oficial em resposta às críticas feitas pelo governo dos Estados Unidos sobre decisões da Corte brasileira. No comunicado, assinado pelo presidente do tribunal, ministro Edson Fachin, o STF afirma que exerce suas funções com base exclusivamente na Constituição Federal e que não se submete a qualquer tipo de influência ou pressão externa.

A manifestação ocorre após o governo norte-americano fazer críticas a decisões do Judiciário brasileiro em documentos oficiais.

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“O Supremo Tribunal Federal reafirma que exerce suas competências exclusivamente por força da Constituição da República Federativa do Brasil. Suas decisões são públicas, fundamentadas, submetidas unicamente ao império da Constituição e das leis brasileiras”, destaca a nota.

O tribunal também ressalta que a independência do Poder Judiciário é um dos pilares do Estado Democrático de Direito e representa uma garantia para a proteção dos direitos fundamentais da população.

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No comunicado, o STF afirma ainda que espera que a autonomia das instituições brasileiras seja respeitada da mesma forma que a Corte respeita as instituições de outros países.

“Divergências entre Estados devem ser conduzidas pelos canais diplomáticos e pelos mecanismos próprios do Direito Internacional, jamais por iniciativas que possam ser interpretadas como forma de constrangimento ao exercício da jurisdição constitucional”, afirma.

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Ao final da nota, o Supremo reforça que continuará desempenhando suas atribuições “com serenidade, independência e firmeza”, preservando a Constituição, a separação dos Poderes, a democracia e o Estado de Direito.

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