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Porsche Brasil dá pontapé inicial e promete lançar modelos inéditos em 2016; novo 911 está a caminho

Desde agosto, marca alemã de esportivos de luxo opera oficialmente no Brasil

Carros|Diogo de Oliveira, do R7

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Cayenne híbrido deve chegar em 2015 sem taxa de importação
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Novo 911 virá pela primeira vez na versão "de entrada" Carrera
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A Porsche deu início na noite desta quarta-feira (11) às operações da filial brasileira, aberta em agosto. Pela primeira vez, a marca de esportivos de luxo opera oficialmente no País, com metas de crescimento, ampliação da rede de concessionários e promessa de lançamento de modelos inéditos. Apesar do momento político-econômico delicado, o diretor-presidente da Porsche Brasil, Matthias Brück, mostrou-se confiante na aposta feita pela matriz, que escolheu o País para sediar as operações da América Latina.

— O mercado brasileiro mostra um bom potencial para médio e longo prazo, apesar da atual situação econômica. A Porsche já possui uma base de clientes muito fiel no País. Queremos aperfeiçoar a experiência deles com a marca, além de descobrir novos clientes, melhorar nossas atividades de vendas, expandir nossa presença e nos aproximar ainda mais de nossos clientes e revendedores.


Cayenne híbrido e novo 911

Durante a primeira coletiva oficial, em São Paulo, o executivo-chefe da filial brasileira confirmou que a marca terá novidades em breve. O primeiro lançamento deve acontecer ainda em 2015, com a chegada do Cayenne Hybrid Plug-In, que já aparece inclusive no site nacional da marca. Este combina motores a combustão e elétrico, gerando uma potência combinada de 416 cv a 5.500 rpm. Segundo dados oficiais, o SUV híbrido leva 5,9 segundos para arrancar de 0 a 100 km/h e atinge 243 km/l de máxima, com baixo consumo.


A importação do Cayenne Hybrid ficou mais fácil após a decisão da Câmara do Comércio Exterior (Camex), que, em outubro, decidiu isentar carros elétricos e movidos a células de combustível da alíquota de 35% do imposto de importação.

Depois do Cayenne Hybrid, deve chegar ao Brasil o novo 911, modelo mais emblemático da fábrica de Stuttgart. Matthian Brück não confirmou data, até porque o esportivo acabou de ser renovado na Europa — a estreia foi em setembro, no Salão de Frankfurt. Mas há expectativa de que o 911 renovado desembarque no primeiro semestre de 2016, com o inédito motor 3.0 biturbo. E não é só: pela primeira vez a marca oferecerá a versão "de entrada" Carrera, com 370 cv e 45,8 kgfm de torque. Acima dela virá a Carrera S, equipada com o mesmo motor, porém em configuração mais agressiva, com 420 cv e 50,9 kgfm de torque.


Boxster e Cayman mais baratos?

O ano de 2016 também pode marcar a chegada do motor 2.0 turbo nos esportivos menores Boxster e Cayman. Com o bloco menor, a estimativa é de que ambos tenham preços mais próximos da faixa dos R$ 300 mil, o que os colocaria em disputa com versões esportivas de modelos das conterrâneas Audi, BMW e Mercedes-Benz. Hoje, os preços iniciais são de R$ 367 mil e R$ 365 mil, respectivamente. Este 2.0 turbo de quatro cilindros já está no SUV Macan, modelo mais vendido da Porsche no Brasil desde 2014, quando foi lançado. No utilitário, a unidade gera 252 cv e 37,7 kgfm de torque, segundo dados oficiais.


Plano é crescer pelo menos 30%

Embora as previsões da indústria sejam pessimistas para os próximos dois anos, a Porsche Brasil espera crescer em torno de 30% já em 2016, com a vinda dos novos modelos. Se isso ocorrer, a filial brasileira pode recuperar o posto de maior mercado da América Latina, hoje nas mãos dos mexicanos. No acumulado de janeiro a outubro, a marca somou 597 unidades emplacadas, com 75% deste total composto pelos SUVs Cayenne e Macan. Em 2014, no mesmo período, foram 596 modelos vendidos.

Sediada em São Paulo, a Porsche Brasil inicia as operações com sete concessionários no País. Quatro deles são da Stuttgart Sportscar, antiga representante oficial da marca — em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Cutiriba. E as outras três pertencem à Eurobike, em Brasília, Ribeirão Preto e São José do Rio Preto — estas últimas no interior de São Paulo. Segundo Matthians Brück, a expansão está nos planos da marca, mas o processo será conduzido de forma moderada, com base na demanda interna.

— Queremos expandir gradualmente o número de pontos de vendas para oferecer aos atuais e futuros clientes da Porsche mais pontos de contato. No médio prazo, queremos contribuir para o crescimento mundial da Porsche estando aqui no Brasil.

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