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BC reforça segurança em transferências eletrônicas para o exterior

O Banco Central aprovou na quinta-feira uma resolução que restringe a execução do serviço a instituições autorizadas pelo órgão

Brasília|Da Agência Brasil

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Banco Central aprova novas regras para transferências eletrônicas internacionais a partir de outubro.
  • Serviço será restrito a instituições autorizadas; não autorizadas devem solicitar permissão até 2027.
  • Instituições deverão enviar informações mensais ao BC e usar contas separadas para recursos de clientes.
  • Serviço estendido para investimentos, com limite de US$ 10 mil por transação.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Instituições sem autorização podem continuar a operar, mas deverão pedir, até 2027, permissão Valter Campanato/Agência Brasil

A partir de outubro, o serviço de pagamento ou transferência eletrônica internacional (eFX) obedecerá a novas regras de segurança e transparência.

O Banco Central (BC) aprovou nesta quinta-feira (30) uma resolução que restringe a execução do serviço a instituições autorizadas pelo órgão.


As instituições sem autorização, informou o BC, podem continuar a operar o eFX, mas deverão pedir, até maio de 2027, permissão à autoridade monetária para funcionarem.

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A resolução determinou que as instituições que fornecem o serviço deverão enviar, todos os meses, informações detalhadas ao BC. Também deverão usar contas separadas para o trânsito de recursos de clientes de eFX.


As novas regras, informou o BC, foram resultado de consulta pública feita em 2025. Segundo o órgão, as normas pretendem alinhar a regulamentação brasileira aos padrões internacionais.

Ampliação

Embora tenha restringido a segurança do serviço eFX, o BC estendeu a utilização do serviço a investimentos no mercado financeiro e de capitais no Brasil e no exterior. O limite será de US$ 10 mil por transação, assim como nas demais operações.


Regulamentado pelo BC em 2022, o eFX é usado para os seguintes objetivos:

• pagar compras no exterior;


• contratar serviços internacionais;

• fazer transferências de recursos.

Diferentemente das operações comuns de câmbio, o eFX não precisa de contratos individuais para cada operação.

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